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Arquivo da Categoria Curiosidades

sexta-feira, 30 de novembro de 2012 Curiosidades | 12:40

Spain United

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Arsenal e Swansea se enfrentam amanhã, pela 15ª rodada da Premier League. É possível que o confronto seja definido por um passe de Arteta, um lampejo de Cazorla, um cruzamento de Pablo Hernández, ou uma finalização precisa de Michu. Se Arsène Wenger e Michael Laudrup mantiverem as escalações da rodada anterior, serão seis espanhóis em campo. Além dos principais candidatos a decidir a partida, o Swansea deve ter o lateral-direito Rangel e o zagueiro Chico Flores.

Michu é um sucesso no Swansea, que foi buscá-lo no Rayo Vallecano

A invasão espanhola a ligas inglesas não se resume a Arsenal e Swansea. É um fenômeno bem consistente. De acordo com o Diário AS, além dos 33 na Premier League, há 16 espanhóis na Championship, a segunda divisão.

Equipes como o Brighton explicam por que a Inglaterra tende a importar tantos jogadores do país que virou modelo de futebol nas últimas temporadas. O treinador uruguaio Gus Poyet, meio-campista de Chelsea e Tottenham entre 1997 e 2004, é uma figura conhecida também na Espanha, sua porta de entrada para a Europa e onde defendeu o Zaragoza por sete anos. Como técnico, a predileção de Poyet por espanhóis é evidente: são cinco no elenco do Brighton, incluindo o ex-Valencia Vicente Rodríguez, bicampeão espanhol sob Rafa Benítez.

Benítez, aliás, é o pai da invasão espanhola. Apenas em seu primeiro ano no Liverpool, contratou Josemi, Nunez, Morientes, Luis García e Xabi Alonso. Os dois últimos foram bem; os três primeiros fracassaram. Outro técnico influente é Roberto Martínez, que espanholizou o Swansea, entre 2007 e 2009, e o Wigan, nas últimas três temporadas. Laudrup, que jogou e treinou na Espanha, retomou esse processo no clube galês.

O caso de Cazorla também chama atenção. O Málaga precisava vendê-lo, mas Santi não teria espaço no Real Madrid e no Barcelona. Então, apareceu uma oferta do Arsenal, o lugar perfeito para ele brilhar. Há ainda vários exemplos de jogadores que, muito jovens, trocam a Espanha pela Inglaterra por conta de boas propostas salariais e da expectativa de serem mais bem aproveitados do que nos clubes formadores. Somente da base do Barcelona, podemos lembrar Cesc Fàbregas, Fran Mérida, Oriol Romeu, Gerard Piqué, Rubén Rochina e Daniel Pacheco.

A seleção espanhola da Premier League é impressionante. A defesa não é brilhante, mas o meio-campo controlaria qualquer adversário. É possível imaginar uma escalação com Pepe Reina (Liverpool); Azpilicueta (Chelsea), Cuéllar (Sunderland), Chico (Swansea), José Enrique (Liverpool); Javi García (Man City), Arteta (Arsenal); Silva (Man City), Cazorla (Arsenal), Mata (Chelsea); Michu (Swansea). Até um time reserva é viável: De Gea (Man Utd); Rangel (Swansea), Ramis (Wigan), Romeu (Chelsea; foi zagueiro na base do Barcelona), Garrido (Norwich); Granero (QPR), Jordi Gómez (Wigan); Pablo (Swansea), Suso (Liverpool), Crusat (Wigan); Torres (Chelsea). Se disputasse a Premier League, do que esse elenco seria capaz?

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012 Curiosidades | 00:30

Um homem, uma câmera

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A lenda, o mito Emile Heskey recentemente assinou contrato com o Newcastle Jets, da liga australiana. Pode soar estranho para quem o acompanhava na Inglaterra, mas na Austrália ele é uma estrela. Hoje, na partida entre Jets e Melbourne Victory, uma das câmeras da Fox Sports local vai registrar todos os movimentos de Heskey. Sim, os telespectadores têm a alternativa de ignorar os demais 21 jogadores e seguir apenas as reações do ex-atacante da seleção inglesa durante o confronto. A Fox já fez essa experiência com Alessandro Del Piero e Shinji Ono, outras estrelas estrangeiras da A-League. O blog resolveu aderir à brincadeira e sugerir câmeras exclusivas para alguns jogadores da Premier League:

Mario Balotelli, Manchester City. Por motivos óbvios, ele precisa ser o primeiro da lista. Balotelli pode ter reações tranquilas, como suas tradicionais comemorações fúnebres (afinal, um carteiro comemora quando entrega uma carta?), ou explosivas, como quando é expulso por uma falta estúpida no meio-campo. Genialmente imprevisível, o Super Mario seria um sucesso no One man, one camera.

Luis Suárez, Liverpool. Suárez realmente é um grande mergulhador, assim como Gareth Bale e Ashley Young, mas sua reputação exageradamente arranhada torna as coisas piores. A relação do uruguaio com a arbitragem virou o sitcom favorito de muita gente. Luisito não desiste de simular, e os árbitros, vacinados e pilhados pela má fama do atacante, ignoram até lances claramente faltosos. Quando ele enfim “ganha” uma falta, costuma aplaudir ironicamente, e a torcida do Liverpool comemora como se fosse um gol. Além disso, a bola sempre passa por Suárez, que tem atuado como referência no ataque. Ora constrói uma jogada fantástica, ora entrega a bola ao defensor. Entre caras, bocas, dribles e tropeços, não faltaria conteúdo à câmera exclusiva.

Gareth Bale, Tottenham. Uma câmera atenta a Bale seria perfeita para os fãs de filmes de ação. A melhor versão do galês é capaz de fazer dez ou mais arrancadas para cima do lateral-direito adversário – quem não se lembra do clássico Taxi for Maicon, que a torcida do Tottenham cantou para o então lateral da Internazionale, em 2010? E Bale não se trata apenas de correria. Na temporada passada, ninguém completou mais do que 122 dribles, marca atingida pelo número 11 dos Spurs.

Grant Holt, Norwich. Holt é um centroavante com pouca habilidade e muito peso. Não à toa, está sempre atracado a algum zagueiro, recebendo ou (geralmente) cometendo uma falta. Com 80 infrações, foi o segundo jogador mais faltoso da temporada passada. Mas Holt também marca gols. Sua movimentação é inteligente, de forma a encontrar espaços vazios e aproveitar cruzamentos e rebotes, como na rodada passada, contra o Arsenal. É por isso que, mesmo aparentemente longe da forma ideal, ele marcou 18 vezes em 44 jogos desde que chegou à Premier League. A câmera mostraria vários momentos-chave das partidas, como choques, gols e domínios da canela.

Cheik Tioté, Newcastle. Considerando somente os jogadores com mais de 20 partidas na Premier League, Tioté é quem mais recebe cartões em média. É isso mesmo: desde 1992, ninguém é advertido com mais frequência do que o marfinense. São 27 amarelos e um vermelho (mostrado no último domingo, contra o Sunderland) em apenas 55 jogos, ou 0.51 por confronto, número impressionante para o futebol inglês. Uma câmera exclusivamente dedicada a Tioté registraria como o volante é fundamental para o sistema defensivo do Newcastle, mas também suas demonstrações de “sutileza”.

Atualização às 8h43: Com dois “gols fantásticos” de Heskey, o Newcastle Jets venceu o Melbourne Victory por 2 a 1. Pode acreditar.

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segunda-feira, 9 de julho de 2012 Curiosidades | 13:54

Invasão belga

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O amistoso entre Inglaterra e Bélgica, disputado há um mês, foi um aperitivo da próxima edição da Premier League. Dos 30 jogadores que participaram da partida, 24 pertencem a clubes ingleses. Está certo que eram apenas sete belgas, mas ainda assim a composição da seleção de Marc Wilmots impressiona. Na última convocação, havia oito representantes da liga inglesa, contra sete da belga.

A invasão belga à Inglaterra é relevante, pois, ao contrário de alguns anos atrás, os jogadores são protagonistas em clubes médios ou de ponta. Se Emile Mpenza apanhava da bola no Manchester City entre 2007 e 2008, Eden Hazard será amigo dela no Chelsea a partir da próxima temporada. A Bélgica exporta à Premier League goleiros, defensores e meias, todos em alto nível.

Vertonghen capitaneou o Ajax em 2011-12

Ontem, o Tottenham fechou a contratação do zagueiro Jan Vertonghen. Assim como seu compatriota Thomas Vermaelen, do Arsenal, Vertonghen estava no Ajax, é canhoto e bastante técnico. Além da dupla de Londres, há Vincent Kompany, capitão do Manchester City e da seleção. Não é exagero afirmar que três belgas estão entre os dez defensores mais valiosos da Premier League, com Kompany no topo dessa lista. Ritchie De Laet, ex-Manchester United e Norwich, vai disputar a próxima segunda divisão pelo Leicester.

Os goleiros também encontram espaço na Inglaterra. Simon Mignolet, do Sunderland, tomou a posição do escocês Craig Gordon, comprado por £9 milhões em 2007 e dispensado em 2012. As atuações de Mignolet lhe renderam ainda a titularidade na seleção. Mas não será simples manter esse status, pois Thibaut Courtois já aparece como o sucessor natural de Petr Cech no Chelsea. Courtois já estendeu o contrato de empréstimo com o Atlético de Madrid, clube com o qual conquistou a Liga Europa na temporada passada.

No meio-campo, fartura de belgas. Há quatro anos, Marouane Fellaini convenceu o Everton, sempre com orçamento apertado, a pagar £15 milhões ao Standard Liège por seus serviços. Fellaini é um meia box-to-box, aquele mais dinâmico, capaz de executar quase todos os fundamentos e de cobrir uma grande área do campo. Quem também aprendeu a atuar dessa maneira foi Moussa Dembele, um atacante transformado em meia central no Fulham. Dembele fez ótima temporada na nova função.

Fellaini, Hazard e Dembele em treino da Bélgica

Entretanto, o melhor jogador da Bélgica é mesmo Eden Hazard, por quem o Chelsea pagou £32 milhões ao Lille. Ao melhor estilo LeBron James, Hazard fez bastante suspense em torno de seu destino, que parecia ser a cidade de Manchester. No fim das contas, United e City perderam a corrida para o campeão europeu, que ganha um meia versátil, habilidoso e criativo para atuar alinhado a Juan Mata. Além de Courtois e Hazard, o Chelsea tem outros cinco belgas: Kevin De Bruyne, Romelu Lukaku e, na base, os irmãos Lamisha, Tika e Charly Musonda.

Outro que pode chegar à Premier League em breve é o ótimo Axel Witsel, do Benfica, que tem sido observado por Manchester United e Chelsea. A faixa etária dos jogadores sugere que a população belga na Inglaterra não vai diminuir tão cedo: Vertonghen (25 anos), Vermaelen (26), Kompany (26), De Laet (23), Mignolet (23), Courtois (20), Fellaini (24), Dembele (24), Hazard (21), Lukaku (19) e, possivelmente, Witsel (23) têm muito pela frente.

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segunda-feira, 7 de maio de 2012 Curiosidades | 10:58

Italian Party

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Di Matteo: de bem com a vida desde 2008, quando assumiu o MK Dons

Roberto Di Matteo é o terceiro técnico italiano consecutivo a conquistar a FA Cup. O comandante interino do Chelsea seguiu o caminho dos campeões de 2010 e 2011, Carlo Ancelotti e Roberto Mancini. O manager do Manchester City, aliás, está a uma vitória sobre o Queens Park Rangers de tornar-se o segundo treinador italiano a ganhar a Premier League nas últimas três temporadas. Ancelotti, você se lembra, foi o vencedor há dois anos.

Além de Manchester City e Chelsea, o Swindon Town também é comandado por um italiano. Embalado pelo êxito de seus compatriotas, Paolo Di Canio faz ótimo trabalho para um debutante. Logo na primeira temporada como treinador, o ex-ídolo do West Ham foi finalista do Football League Trophy e, melhor ainda, levou o título da League Two, garantindo com tranquilidade o retorno do Swindon à terceira divisão. Não será surpresa se ele aparecer no West Ham em breve.

A Mancini, Di Matteo e Di Canio, somam-se Carlo Ancelotti (Chelsea, 2009-2011) Fabio Capello (Seleção, 2008-2012), Gianfranco Zola (West Ham, 2008-10), Luigi De Canio (QPR, 2007-08), Claudio Ranieri (Chelsea, 2000-2004), Gianluca Vialli (Chelsea, 1998-2000; Watford, 2001-2002) e Attilio Lombardo (Crystal Palace, 1998) no histórico de técnicos italianos na Inglaterra. Os três atuais estão bem. Ancelotti brilhou na primeira temporada. Vialli, Zola, Capello e Ranieri, nesta ordem, foram razoáveis. De Canio e Lombardo fracassaram.

A porta aberta aos italianos tem relação íntima com o Chelsea dos anos 90. Numa época em que Roman Abramovich era apenas sombra de Boris Berezovsky e não pensava em aventurar-se na Inglaterra, os Blues já se transformavam num time poderoso. Atual dono do Leeds, Ken Bates disponibilizou um belo orçamento a Ruud Gullit, que virou técnico / jogador em 1996. Se Gullit havia sido integrante do Milan dos holandeses, dá para dizer que ele formou o Chelsea dos italianos. Zola, Di Matteo e Vialli chegaram de uma vez a Stamford Bridge.

Zola é a maior prova de que existiu um Chelsea antes de Abramovich

O trio foi um sucesso – Zola é, para muita gente, o melhor jogador da história do clube –, e todo mundo ali virou treinador. Aquele Chelsea foi fundamental para a classe dos técnicos italianos no futebol inglês. No entanto, se eles têm ganhado ainda mais espaço, é simplesmente porque a maioria acrescentou bastante às equipes. Nesse caso, o hábito de associá-los ao velho estereótipo do retranqueiro é perigoso. Saber armar defesas não significa necessariamente abdicar do ataque.

O Chelsea de Ancelotti fez 103 gols na Premier League em 2009-10. Foi sob o comando dele que Didier Drogba (29 gols e 13 assistências) e Frank Lampard (22 gols e 17 assistências) tiveram sua temporada mais produtiva. O City de Mancini, de 90 gols em 37 partidas, joga com Silva, Nasri, Tevez e Agüero. Até Di Matteo, que se notabilizou por estacionar o ônibus contra o Barcelona na Champions League, consegue ser agressivo. O West Brom dele marcou menos gols apenas do que o Newcastle na Championship em 2009-10. O Milton Keynes Dons, primeiro time treinado pelo ítalo-suíço, também foi o segundo melhor ataque da League One na temporada anterior. Prova de que, para os ingleses, Itália não é sinônimo de catenaccio.

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terça-feira, 28 de junho de 2011 Curiosidades, Inglaterra | 15:48

Quarto poder

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Jamie Carragher abriu o coração

Os exageros da imprensa inglesa não atingem apenas a vida pessoal do atleta. O problema está também em campo. Jamie Carragher, histórico defensor do Liverpool que abandonou a seleção após duas Copas, afirmou que o fator medo atrapalha a Inglaterra. Em franca entrevista à BBC Radio 5, Carragher deixou claro que, quando representam o país, os jogadores temem as reações a uma atuação ruim. Acompanhe o que ele disse de mais importante:

Em seu clube, você não será tão criticado, e talvez haja outro jogo três dias depois. Faz parte, Jamie. Jogos de seleção têm caráter mais decisivo mesmo. Eliminatórias exigem aproveitamento muito alto, e um dia ruim pode ser fatal nas grandes competições, todas de tiro curto. O problema é a particularização das críticas, a eleição do “vilão”. Veja o sofrimento de Robert Green nos dias seguintes a Inglaterra 1 x 1 Estados Unidos, só a estreia na África do Sul.

Às vezes, acho que os jogadores se preocupam mais em agradar ao “cara da imprensa” do que ao treinador. O exemplo de 2010 é perfeito. Capello fez tudo para colocar a imprensa contra ele: Hart no banco, Wright-Phillips na Copa, Heskey titular… É natural que o país se oponha ao técnico e compre os apelos dos jornais. A falta de confiança no chefe e o poder da imprensa unificam o sentimento no grupo. Um treinador convicto, mas que faça escolhas sensatas, ajudaria a minimizar a paranoia e o medo de errar entre os jogadores.

Eu não gostaria de ver os jogadores enfurnados no hotel. Você tem de afastar o tédio, aproveitar o país em que está. Nem tanto ao dunguismo (Brasil, 2006-2010), nem tanto ao weggismo (Brasil, 2006). Sempre há muita gente festeira na seleção, mas limitar o pessoal ao campo não resolve. A rotina estressante provoca um desinteresse latente, que explode depois da eliminação. Quem não se lembra da festinha após a derrota para a Alemanha? Pelo visto, tudo foi bem inflexível na África.

O treinador do Tottenham, Harry Redknapp, conversou com jogadores e confirmou a história do tédio. Ele afirmou ainda que o dinheiro e o retorno dos torcedores põem os clubes à frente da seleção.

A imprensa inglesa realmente não deixa ninguém à vontade, mas esse não é o único argumento para explicar os fracassos. As palavras de Carragher servem para realçar o papel do técnico da Inglaterra. Mais do que os outros, ele precisa passar confiança, fazer escolhas lógicas (não necessariamente populares), agregar e redimensionar a importância da seleção. Enfim, o que Capello não tem feito.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011 Curiosidades | 14:57

Múltiplos visuais

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Wayne Rooney já se exibiu após o implante capilar, mas a criatividade de internautas produziu resultados bem mais interessantes. Uma compilação de montagens sugere várias combinações de novo visual ao atacante do Manchester United. Algumas, inclusive, com cabelos de seus parceiros. O blog identifica Obertan, Rafael (ou Fábio), Hernández, Gary Neville, Park, Kuszczak, Berbatov, Scholes, Macheda e até Ferguson. E aí, mais alguém?

*Sugestão de Daniel Tozzi

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Brasileiros, Curiosidades, Review | 11:09

A temporada: O carisma de David Luiz

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Contratado pelo Chelsea em janeiro, David Luiz merece capítulo à parte no review da temporada. O zagueiro brasileiro ignorou o tempo de adaptação, e a mudança de Portugal para a Inglaterra foi bem tranquila. David levou o prêmio de Jogador do Mês da Premier League em março, marcou gols contra os dois times de Manchester e impressionou pela técnica e intensidade. Ele ainda falhou em momentos importantes, mas o saldo de seu primeiro semestre é muito positivo.

David, que ganhou música em pouco tempo, destacou-se também pelo ótimo humor. Em março, longe de dominar o idioma, o brasileiro contou com a ajuda de Paulo Ferreira para uma mensagem inicial em inglês:

Em abril, o zagueiro zombou de Fernando Torres e Frank Lampard. Mesmo sem entender muito, ele concordou com todas as afirmações de uma entrevista após Chelsea 3 x 0 West Ham, jogo do único gol do espanhol pelos Blues. David, vale lembrar, marcou mais do que Torres no novo clube (2 a 1):

Já em maio, ele começou a importunar uma repórter da Chelsea TV, que falava sobre a possível decisão da Premier League contra o Manchester United:

Na abertura da premiação dos melhores do ano, David provou ser referência. Didier Drogba copiou seu estilo para incomodar a mesma repórter. O zagueiro fechou a temporada com uma breve aparição:

*Com a colaboração de Francisco De Laurentiis

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sábado, 4 de junho de 2011 Curiosidades, Jogadores, Man Utd | 11:55

Hair we go

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A sensação de saudade foi fundamental na decisão de Rooney

Suspenso nas Eliminatórias da Euro, Wayne Rooney aproveitou a folga da seleção para resolver um problema. Ele confirmou na manhã de hoje que fez implante capilar em uma clínica londrina. “Estava ficando careca aos 25 anos. Por que não? Estou satisfeito com o resultado. Ainda está um pouco inchado, mas, quando ficar legal, vocês serão os primeiros a ver”, disparou a seus mais de 700 mil seguidores no Twitter.

Bem-humorado, Rooney ainda pediu uma recomendação de gel e se empenhou em colocar um sagaz hair we go entre os assuntos mais comentados da rede social. Até o fechamento do post, o camisa 10 do Manchester United havia conseguido levar a expressão ao segundo lugar no Reino Unido. Apesar da empolgação pelo implante, Rooney não se esqueceu dos colegas de seleção e previu gol de Darren Bent para o jogo contra a Suíça. Nada feito. Empate por 2 a 2, e Bent perdeu uma chance clara.

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terça-feira, 31 de maio de 2011 Curiosidades | 15:52

Nicolás Leoz Cup

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Leoz só queria um troféu para chamar de seu

Enquanto a Football Association pede o adiamento da eleição presidencial da FIFA, vem à tona um dos fatos mais inusitados da crise de corrupção no futebol mundial. Ontem, um inquérito sugeriu que o presidente da Conmebol, o paraguaio Nicolás Leoz, ofereceu apoio à candidatura inglesa para sediar a Copa de 2018 em troca da incorporação de seu nome ao da FA Cup. Teríamos, hoje, a Nicolás Leoz (FA) Cup. Tudo a ver.

David Triesman, ex-chefe da FA, revelou que, lamentavelmente, houve discussões internas no comitê pela criação de uma FA Cup para deficientes, que levaria o nome de Leoz. O argumento de disfarce seria a “nobre postura” dele na parceria com a organização Special Olympics. Infalível, não?

Além de outra demonstração de que troca de favores é regra nesse ambiente, a loucura de Leoz foi um erro bizarro de avaliação. Presidente de honra da FA, o príncipe William pôs de lado as já recorrentes denúncias contra Leoz na Inglaterra e, como com vários outros dirigentes, recebeu-o para um amigável café da manhã em Zurique na semana da votação, em dezembro do ano passado. O paraguaio deve ter ficado bem confiante.

Nem o excessivo empenho da candidatura levou a descabida proposta à frente. Já pensou se a moda pega? O futebol inglês só teria a perder com uma Jack Warner Community Shield ou uma Bin Hammam Premier League.

Paul Scholes
Ele confirmou a aposentadoria. “O melhor meia de sua geração” para muita gente importante. Não passa longe disso: completo, cerebral e com 164 gols na carreira. Scholes, que deixou a seleção precocemente, para na hora certa e anuncia ao Manchester United que ele precisa, definitivamente, de outro playmaker. Na semana passada, a coluna falou do iminente fim da geração de ouro do clube.

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sábado, 28 de maio de 2011 Barça x United, Copas Europeias, Curiosidades | 09:32

A glória é nossa

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No especial da Nike para a decisão da Champions, Patrice Evra dá a dica de qual será a postura do Manchester United. Note que a última palavra é de Rio Ferdinand:

O vídeo foi sugerido pelo parceiro Roberto Junior

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