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sexta-feira, 12 de agosto de 2011 Guia, Premier League | 16:01

Guia da Premier League: Quem levanta a taça?

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Nani foi decisivo no título do United em 2010-11. Vai repetir o excepcional primeiro turno?

Em 19 edições da Premier League, houve apenas quatro campeões: Manchester United (12 títulos), Arsenal (3), Chelsea (3) e Blackburn (1). Quando tratamos de vencedores da liga, a história pós-1992 se resume a dominância do United, conquistas esporádicas do Arsenal e booms de investimento bem-sucedidos. As disputas pelo título costumam ser bem definidas e sem grandes surpresas.

Com as reais chances do Arsenal sempre questionadas e apenas uma temporada forte do Liverpool, não tem sido raro, nos últimos anos, abrir um jornal inglês e se deparar com o termo two-horse race. É a corrida de dois cavalos, Manchester United e Chelsea. Para 2011-12, espera-se que pelo menos mais um time apareça com possibilidades sólidas até o fim.

Ainda assim, a única unanimidade é o novo Manchester United. Como Scholes tinha função reduzida em sua última temporada, a perda que mais preocupa é a de van der Sar. Se De Gea calçar suas luvas rapidamente, não há motivos para duvidar da boa condução da renovação do elenco. Os jovens Smalling, Phil Jones, Cleverley e Welbeck têm papéis controlados e caem num time estruturado e ainda com várias referências.

O mito de que falta companhia a Rooney não se sustentou no primeiro turno em 2010-11, quando Nani, que terminou a temporada no banco, comandou o bom desempenho do time durante a crise entre Shrek e United. A dupla defensiva segura e a presença de mais um jogador para furar defesas, Ashley Young, prometem garantir outro excelente aproveitamento em casa. A pontuação longe de Old Trafford, porém, precisa melhorar.

Até porque o, em tese, maior adversário não deve repetir a decepcionante campanha da temporada passada. O Chelsea marcou apenas 71 pontos, o pior índice sob Roman Abramovich (nem Ranieri fez menos) e, acima do fracasso na Champions, o maior argumento para demitir Carlo Ancelotti. Como a moda agora é comparar André Villas-Boas a José Mourinho, não há nada mais inspirador do que os 95 pontos da temporada de estreia do Special One em Stamford Bridge.

Villas-Boas precisa resgatar a boa forma de quase todo o elenco. Está aí o melhor exemplo

No entanto, os absurdos aproveitamentos do Porto de Villas-Boas em 2010-11 (93%) e dos Blues de Mourinho em 2004-05 (83%) são impraticáveis. Se quiser chegar perto, o Chelsea não deve apostar tanto em Lampard, que precisa de alternativa confiável após ano titubeante. Para quem deve jogar no 4-3-3, há poucos meias no elenco, ainda mais com a lesão de Essien. Por outro lado, o técnico português, que já conhecia vários jogadores da época de observador em Stamford Bridge, parece ter domínio sobre o sempre indigesto vestiário.

Vestiário… Também será uma preocupação de Roberto Mancini, que precisa administrar o caso Tevez sem meias decisões. A hipótese de o argentino não sair pode ser bem recebida por quem tanto contou com ele nos últimos anos, mas manter sua faixa de capitão, em detrimento do popular Kompany, pode não agradar a boa parte do elenco do Manchester City.

Em campo, mesmo que Nasri não chegue, há opções para dar e vender. Aliás, o City deve mesmo precisar dar e vender atacantes com tanta gente no setor. Entretanto, as contratações pontuais de Savic, Clichy e Agüero criam um novo cenário, de manutenção do elenco e de uma identidade para o time. Caso seja agressivo também nos grandes jogos, Mancini tem uma chance de levar sua equipe ao título, mas ainda se trata de uma terceira força.

A disputa pela taça pode não parar por aí. Se o Arsenal parece mais distante do que em temporadas recentes, o Liverpool tem o direito de acreditar. O time contratou bem para preencher carências e não depender excessivamente de Suárez. Se Kenny Dalglish mantiver a chama que levou de volta a Anfield em janeiro e souber explorar um calendário menos desgastante, os Reds não devem ser descartados. Mesmo assim, a meta mais realista ainda é voltar à Champions.

Aposta do blog: Manchester United

Fantasy
Com o início da Premier League amanhã, você ainda pode montar seu time no Fantasy e participar da liga God Save the Ball. Nosso código é 833770-316366. Outras informações estão aqui. O prazo para alterar a escalação para a primeira rodada vai até as 7h30 deste sábado (horário de Brasília).

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011 Guia, Premier League, Temporada | 20:10

Guia da Premier League: Quem vai à Europa?

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A Champions de 2005 foi uma falsa demonstração de força. O futebol inglês é muito mais selvagem agora

O título europeu do Liverpool em 2005 foi peculiar. Não só pela insanidade da final, porque o Milan tinha mais time ou Traoré e Kewell eram titulares, mas especialmente em função do real nível do clube naquele momento. O campeão do continente terminou a liga doméstica na quinta posição. Não fosse um arranjo promovido pela UEFA, nem sequer teria a chance de defender sua conquista. Era uma demonstração de força do futebol inglês? Não, nada disso.

Se o Liverpool do primeiro ano de Benítez ergueu uma taça tão importante, foi porque se superou de todas as maneiras. Não era um time consistente a ponto de a gente se surpreender com a campanha fraca na Premier League. Aquela temporada, aliás, marcava o auge de David Moyes no rival Everton, quarto colocado na liga. Os Toffees de 2011-12, que prometem ser tão sólidos quanto os de 2004-05, mal pensam em cruzar a barreira do sétimo lugar. Mas por quê?

Porque o mundo mudou, diria o filósofo. Como tem sido nos últimos anos, a dura concorrência vai excluir dois times fortes da Champions. Manchester United e Chelsea estarão lá. O Manchester City pode viver um conflito entre sua ambição e a cautela de Roberto Mancini, mas deve chegar. Sobra a quarta vaga para Tottenham, Liverpool ou Arsenal. O nível é tão alto, que pode ser difícil até dissociar essa disputa da corrida pelo título.

Kenny Dalglish explica que os mais de £100 milhões investidos pelo Fenway Sports Group desde janeiro foram absolutamente necessários para “o Liverpool voltar a seu caminho”. E é verdade. Roy Hodgson herdou de Rafa Benítez um elenco esburacado. Dalglish, que sucedeu Hodgson, conseguiu ótimos resultados subindo gente da base, resgatando relegados e improvisando em várias posições. Seria pouco para esperar do time uma temporada consistente.

Com Downing, Adam, Henderson, José Enrique e até Aquilani, o Liverpool ganha a profundidade de que precisava para não virar terra arrasada à primeira lesão. Além disso, essas contrações devem ter uma espécie de efeito multiplicador, como se diz em Ciências Econômicas: Carroll vai render muito mais. Se souberem aproveitar o lado bom da ausência em competições europeias nesta temporada, os Reds podem voltar ao top four.

A choradeira de Modric aumenta ainda mais a importância de Bale para uma boa campanha do Tottenham

O maior empecilho para isso é o Arsenal. Ainda que Nasri siga o impulso migratório que tira Clichy e Fàbregas do Emirates, Arsène Wenger terá um ótimo time. O que não se pode perder de vista é a necessidade de reinvestir bem o dinheiro das vendas até para evitar a atribuição de responsabilidades excessivas a jogadores muito jovens.

Gibbs está pronto para assumir de vez a lateral esquerda? Ramsey pode ser o substituto solitário de Fàbregas? Van Persie segue sendo a única opção decente para jogar na área? E a defesa que não impõe respeito? São questões para as quais Wenger precisa ter boas respostas se não quiser ficar, pela primeira vez em seu trabalho, mais perto da Liga Europa (ou equivalente) do que da Champions. Conviver com menos lesões também ajudaria.

O Tottenham continua o mesmo. A única adição ao elenco é Brad Friedel, ótimo goleiro quarentão que deve assumir o lugar de que Gomes parece ter desistido na temporada passada. O time segue rápido e perigoso, certamente muito forte em casa, mas tem pelo menos três grandes problemas para resolver: a pirraça de Modric, as duas laterais (ficam os votos de boa sorte para Kyle Walker na direita) e um ataque que não pode mais viver de Crouch, Defoe e Super Pav.

Pintando o sétimo
Os seis primeiros desta temporada devem ser os mesmos de 2010-11, restando descobrir a ordem. A sétima posição, no entanto, é um terreno sem dono. Ela pode ou não (tal qual o sexto lugar) valer vaga na Liga Europa, dependendo dos campeões das copas nacionais.

O maior candidato ainda é o Everton, por conta da solidez do trabalho de Moyes. Há problemas óbvios, elenco curto e dinheiro escasso, porém a manutenção de Baines e Jagielka, a capacidade de dificultar a vida dos grandes e a promessa de um bom início (bem diferente das últimas temporadas) podem ser suficientes.

Bent trocou o Sunderland pelo Aston Villa à procura de companhia. Da foto, sobrou a simpática leoa

O Sunderland também tem de prestar atenção à regularidade para não se perder em janeiro, fevereiro. Steve Bruce contratou bem, mas contratou muito, o que pode lhe exigir um tempo que ele não tem para montar o time. Brown e O’Shea levam uma experiência importante à defesa.

Pelo terceiro ano seguido, o Aston Villa vendeu seu melhor jogador da temporada anterior: agora foi Downing. N’Zogbia é boa alternativa a ele e Young. No entanto, o novo técnico, o já rejeitado Alex McLeish, tem uma longa estrada até fazer a defesa (carro-chefe de seus trabalhos) funcionar. Na frente, dependerá muito de Darren Bent.

Agora com Martin Jol, o Fulham também pode sentir o intenso revezamento de treinadores, porém a política de mercado parece apropriada. Com o retorno de John-Arne Riise à Inglaterra e as capturas de bons jogadores jovens pela Europa, os Cottagers devem fazer um ano forte.

O Bolton de Owen Coyle tenta, com Reo-Coker (ex-Villa) e Pratley (ex-Swansea), arrumar o coração de seu meio-campo. Entretanto, parece distante da Europa por conta das limitações ofensivas, ainda mais sem Elmander. Assim como os Trotters, Newcastle, Stoke e West Bromwich correm bem por fora.

Aposta do blog para a Champions (em ordem alfabética): Chelsea, Liverpool, Manchester City e Manchester United

Aposta do blog para a Liga Europa (do quinto ao sétimo): Arsenal, Tottenham e Everton

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terça-feira, 9 de agosto de 2011 Guia, Premier League, Temporada | 14:21

Guia da Premier League: Quem cai?

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A temporada impressionante de Odemwingie foi fundamental para a permanência tranquila do WBA

Na temporada passada, a corrida contra o rebaixamento na Premier League envolveu seis clubes. West Ham, Blackpool e, de forma surpreendente, Birmingham foram relegados à segunda divisão. A zebra (nem tanto pelas contratações sagazes) fora dessa disputa foi o West Bromwich, 11º colocado. A campanha dos Baggies se sustentou no bom início sob Roberto Di Matteo e na inesperada recuperação final com Roy Hodgson. Em 2011-12, novamente, pelo menos seis times iniciam o campeonato com essa preocupação.

Desta vez, os recém-promovidos (Queens Park Rangers, Norwich e Swansea) parecem, na média, mais ameaçados do que quem chegou à Premier League em 2010 (Newcastle, WBA e Blackpool). O campeão QPR dava pinta de que gastaria para nem sequer entrar na conversa. No entanto, a diretoria dividida se limitou a transferências gratuitas – Dyer, Gabbidon (que não eram úteis ao West Ham) e Bothroyd – e à chegada de DJ Campbell. Mesmo com Taarabt, é muito pouco.

O Norwich, de dois acessos seguidos, preencheu suas carências com seis contratações, mas deve sofrer o maior dos choques com a mudança de nível. Por exemplo, o pesado e bom finalizador Grant Holt, que marcou 21 gols na Championship, pode ter problemas para fazer um terço disso na Premier League. Há ambiente, treinador e boa pré-temporada para surpreender, mas os Canaries aparecem em quase todas as previsões como um dos favoritos ao rebaixamento.

Mercado consciente também faz o Swansea. Embora as saídas do goleiro De Vries e de Darren Pratley não estivessem nos planos, o clube tem lidado bem com a tarefa de segurar seus principais jogadores, como Ashley Williams, Nathan Dyer e Scott Sinclair. A promessa do técnico Brendan Rodgers de honrar o apelido de Swanselona e algumas boas contratações (especialmente as de Danny Graham – artilheiro da segunda divisão – e Leroy Lita) podem fazer a aventura galesa durar mais de um ano.

Grande Mick: está para nascer um treinador mais nerd em corridas contra o rebaixamento

Outro com chances consideráveis de escapar é o Wolverhampton. Com a chegada do ótimo zagueiro Roger Johnson, ex-Birmingham, e a captura definitiva do meia Jamie O’Hara, os Wolves se fortalecem. O técnico Mick McCarthy, um ás em lutas contra a queda, será decisivo se puder repetir a imposição de força nos jogos mais complicados. Em 2010-11, seu time venceu United, City, Chelsea e Liverpool.

Ao contrário dos Wolves, o Wigan não costuma inspirar admiração. Aliás, muita gente não entende como, desde o acesso, há seis anos, o clube se segura na Premier League. Apesar desse ímã que o prende à elite e da demonstração de comprometimento do técnico Roberto Martínez, que rejeitou o Aston Villa, a possibilidade de queda é realmente maior agora. Sem N’Zogbia ou grandes reforços, os Latics contam mais com a fraqueza alheia do que com as próprias qualidades.

O Blackburn também está nessa. Muito mal dirigido pelos indianos do Venky’s, os Rovers foram contaminados por uma mania de grandeza que quase os afundou na temporada passada. Quem sonhou com Neymar acordou com David Goodwillie, um dos dois reforços de um elenco cheio de problemas ofensivos, que perdeu Phil Jones e manteve um técnico inexperiente, Steve Kean.

Três correm por fora. O WBA continua seguro, sem perder gente importante (substitui Carson com Foster, mais goleiro) e com a confiança de quem terminou 2010-11 muito bem. Há pouco, anunciou a contratação do ótimo atacante irlandês Shane Long, ex-Reading. O Newcastle tropeçou no mercado, mas, com as chegadas de Cabaye, Marveaux e Ba, tem grupo para não passar sustos. O continental Stoke subiu tanto, que mal aparece em qualquer análise. Se outros times sofrerem, será surpresa.

Aposta do blog: Norwich, Queens Park Rangers e Wigan

Saiba aqui sobre o cancelamento de Inglaterra x Holanda

Bolão ou Fantasy?
O blog vai organizar uma novidade nesta temporada da Premier League. Só resta saber qual. Você prefere um bolão ou uma liga no Fantasy (equivalente ao popular Cartola FC)? Vote aqui. Detalhe: não há previsão de prêmios; é só pela diversão.

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sexta-feira, 29 de abril de 2011 Áudio, Guia | 15:41

Áudio: 35ª rodada

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A coluna faz uma experiência hoje. A prévia da 35ª rodada está em áudio. Acompanhe:

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Errata: Etherington, do Stoke, está lesionado e não enfrenta o Blackpool; Arteta, do Everton, pode voltar amanhã.

Os jogos:

Sábado
Blackburn x Bolton – 11h
Blackpool x Stoke – 11h
Sunderland x Fulham – 11h
WBA x Aston Villa – 11h
Wigan x Everton – 11h
Chelsea x Tottenham – 13h30, RedeTV! e ESPN Brasil

Domingo
Birmingham x Wolves – 8h
Liverpool x Newcastle – 8h, ESPN
Arsenal x Manchester United – 10h05, ESPN Brasil e ESPN HD
Manchester City x West Ham – 12h10, ESPN Brasil e ESPN HD

Veja a classificação da Premier League

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sexta-feira, 8 de abril de 2011 Guia, Premier League | 11:50

Guia da 32ª rodada

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Cahill é dúvida para Wolves x Everton. Copa da Ásia e problemas físicos derrubaram o segundo turno do australiano dos Toffees

Saiba onde assistir e o que esperar dos jogos de sábado a segunda com o nosso guia da 32ª rodada da Premier League:

SÁBADO

8h45 – Wolves (19) x Everton (7). A ausência de Doyle pesou para os Wolves já na rodada passada, contra o Newcastle. O Everton vive boa fase e, mesmo sem Fellaini, Arteta e Saha, pode pontuar no Molineux. Árbitro: Phil Dowd. Palpite: empate.

11h – Blackburn (14) x Birmingham (15). Embora os Rovers não vençam desde 23 de janeiro, o empate com o Arsenal alimentou a confiança do time. Mas o Birmingham, campeão da Copa da Liga, é um dos rivais mais chatos na luta contra o rebaixamento. Árbitro: Chris Foy. Palpite: empate.

11h – Bolton (8) x West Ham (18). O Manchester United foi brilhante, mas a defesa dos Hammers não se ajudou na virada da semana passada. Upson e Manuel da Costa devem ser muito pressionados no Reebok. Árbitro: Lee Probert. Palpite: Bolton.

11h – Chelsea (4) x Wigan (20), ESPN HD. Um empate em casa contra o Wigan, com direito a gol de Heskey, acabou com as chances de título dos Blues em 2007-08. Nem o baixo astral em Stamford Bridge faz acreditar que vai acontecer de novo. Árbitro: Howard Webb. Palpite: Chelsea.

11h – Man Utd (1) x Fulham (10), RedeTV! e ESPN. Em Craven Cottage, o Fulham tem dominado o United. O problema é que a turma de Mark Hughes agoniza fora de casa. Já sem o suspenso Rooney, Ferguson pode preservar outros titulares. Árbitro: Michael Jones. Palpite: Man Utd.

11h – Sunderland (12) x WBA (13). Os Black Cats saem do calendário espinhoso para enfrentar o invicto Hodgson. A forma recente e o desempenho horroroso em Manchester assustam, mas a chance de vencer após dois meses e meio de seca é esta. Árbitro: Peter Walton. Palpite: Sunderland.

11h – Tottenham (5) x Stoke (11). Os Spurs, que tentam esquecer Madri, perderam em casa para o Stoke na temporada passada. Os Potters, aliás, foram muito bem nas últimas duas rodadas. No entanto, já são seis derrotas seguidas fora do Britannia. Árbitro: Kevin Friend. Palpite: Tottenham.

DOMINGO

Kelly mandou Johnson para a esquerda e foi o melhor do Liverpool em fevereiro. Sem os laterais titulares, Dalglish vai penar até maio

9h30 – Blackpool (17) x Arsenal (2), ESPN Brasil e ESPN HD. Tem tudo para ser um encontro mais franco do que os empates recentes dos Gunners. O Blackpool deve agredir muito e deixar os já tradicionais buracos na defesa. Árbitro: Lee Mason. Palpite: Arsenal.

12h – Aston Villa (16) x Newcastle (9). Jogo crucial para o decepcionante Villa, que tenta dar o troco num Newcastle muito enfraquecido pelas ausências de Tioté e Nolan. Young, Downing e Bent devem atormentar a desconfiável defesa dos Magpies. Árbitro: Stuart Attwell. Palpite: Aston Villa.

SEGUNDA

16h – Liverpool (6) x Man City (3), ESPN e ESPN HD. Dalglish perdeu Gerrard, Agger e os laterais titulares. Frágil pelos lados e na defesa, o Liverpool depende demais de três ou quatro figuras. Se Mancini ousar de novo, pode até vencer em Anfield. Árbitro: Mark Halsey. Palpite: empate.

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sexta-feira, 1 de abril de 2011 Guia, Premier League | 13:05

Guia da 31ª rodada

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Titulares da Inglaterra contra Gana, Downing e Young tentam, ao lado de Bent, tirar o Villa do buraco

A 31ª rodada da Premier League, que começa amanhã, promete vários confrontos equilibrados. O God Save the Ball apresenta um guia para você saber onde assistir aos jogos e o que esperar deles:

SÁBADO

8h45 – West Ham x Man Utd, ESPN e ESPN HD. Os reforços de janeiro melhoraram demais o West Ham, que já atropelou o Liverpool e segurou o Tottenham. Com Parker no comando, é possível evitar o rebaixamento e competir até com o United, que, se Ferguson quiser, enfim terá Valencia e Nani juntos. Palpite: empate.

11h – Everton x Aston Villa. O Everton é sempre imprevisível, mas, mesmo sem Saha e Fellaini, é melhor que um Aston Villa de ambiente difícil e defesa fraca. Nos últimos seis jogos, ninguém pontuou mais que os Toffees e apenas dois times avançaram menos que o Villa. Palpite: Everton.

11h – Birmingham x Bolton. O Birmingham não está despedaçado como há três semanas, quando o Bolton foi ao St. Andrew’s e se classificou às semifinais da FA Cup. Desde então, Coyle perdeu Holden, peça-chave para os Trotters, por conta de entrada do red devil Evans. Palpite: empate.

11h – Newcastle x Wolves. Fundamental para o 4-5-1 de McCarthy, o atacante Doyle se machucou pela seleção irlandesa e tirou o favoritismo dos Wolves. Por outro lado, o inconsistente Newcastle não costuma se ajudar e só venceu um dos últimos seis jogos em casa. Palpite: empate.

11h – Stoke x Chelsea, ESPN. O Stoke fez seu melhor jogo na temporada há duas semanas, quando passou por cima do Newcastle com acachapantes 4 a 0 e show de Pennant. Mesmo assim, a boa fase do Chelsea deixa o time pronto para enfrentar o sempre difícil Britannia Stadium. Palpite: Chelsea.

11h – WBA x Liverpool, ESPN HD. Aparentemente recuperado, Suárez precisa manter a forma contra um WBA mais intenso e invicto com Hodgson, que revê seu antigo clube. Se a parceria com Carroll evoluir, os Reds podem vencer de novo fora, coisa raríssima na era Hodgson. Palpite: Liverpool.

O técnico Steve Kean começou bem e está terminando mal no Blackburn

11h – Wigan x Tottenham. Os Spurs pressionam (o City, pela Champions) e é pressionados (pelo Liverpool, em busca da Liga Europa). Não há jogo simples como visitante, mas, apesar da vitória em White Hart Lane no primeiro turno, o Wigan é o time mais fraco da Premier League. Palpite: Tottenham.

13h30 – Arsenal x Blackburn, RedeTV! e ESPN HD. Os Gunners também têm rodada favorável. O Blackburn de Steve Kean enfim acusa a ausência de Allardyce e só conseguiu dois pontos em seis rodadas. O Arsenal tem de vencer com tranquilidade para se impor na luta pelo título. Phil Dowd apita. Palpite: Arsenal.

DOMINGO

9h30 – Fulham x Blackpool. O Blackpool é traiçoeiro, mas, se Charlie Adam jogar tão mal quanto contra o Brasil, no way. O Fulham de Hughes vai bem e deve aproveitar a fragilidade da defesa dos Tangerines no jogo inaugural para Michael Jackson no Craven Cottage. Palpite: Fulham.

12h – Man City x Sunderland, ESPN Brasil e ESPN HD. A campanha recente do Sunderland é bizarra: um ponto em seis rodadas. No entanto, o jogo não é simples para o entediante City. Os Black Cats têm só dois titulares lesionados (melhorou, acredite) e podem complicar. Palpite: empate.

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