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quarta-feira, 13 de abril de 2011 Chelsea, Copas Europeias, Tottenham | 19:58

Tchau, final caseira

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Na temporada em que dispensou Mourinho, Abramovich perdeu a Champions em sua Rússia

Os sorteios das oitavas e das quartas-de-final já esboçavam outro fracasso londrino na corrida pelo primeiro título da Champions League. Desta vez, para não aliviá-lo, a final será em Wembley. Do Arsenal, jogado ao Barcelona, a coluna já falou. É hora de discutir as eliminações de Chelsea e Tottenham e suas consequências.

A palavra “fracasso” soa mais apropriada quando a associamos ao Chelsea. Não parece haver uma teoria correta sobre aquele debate de sonho ou obsessão. Roman Abramovich capturou Torres pensando na Champions, mas aproveitou janeiro também para iniciar um tardio processo de reconstrução, que incluiu o inelegível David Luiz.

Quem investe pesadamente há oito anos deve ter uma visão mais pragmática. Mas os torcedores ou mesmo figuras históricas do clube certamente tratam uma eventual conquista de modo mais emotivo, como um sonho mesmo. O choro de Terry na decisão de 2008 deixou isso bem claro.

Ontem, Ancelotti tentou reconstituir o ambiente de sua última vitória em Old Trafford: 4-3-3 e Drogba no banco. Só que 2009-10 não volta mais. O esquema da derrocada na Champions, que havia feito tanto sucesso na temporada passada, foi o mesmo que naufragou no fim de 2010, quando o Chelsea mal podia ganhar um jogo.

Ao abandonar o 4-4-2, que havia ressuscitado o time na temporada, e concentrar as esperanças em Lampard e Torres, ainda sem marcar pelo Chelsea, Ancelotti apostou na má fase. O meia saiu de sua melhor temporada (nos números, ao menos) para a pior. Em 37 jogos, Torres fez ridículos nove gols em 2010-11, um a menos que o emprestado Sturridge, arrebentando no Bolton.

A queda pode custar o emprego a Ancelotti, que errou ao prescindir de Drogba. No entanto, o mau momento generalizado pesa mais que as decisões dele. O elenco deve ter retornos importantes, mas ainda carecerá de um lateral-direito decente e alternativas aos trintões Cole, Malouda, Lampard e Drogba. O Chelsea fracassa porque confiou nas figuras da temporada passada, que não existem mais.

Organizador de mão cheia, Modric é fundamental a qualquer pretensão do Tottenham

Sem lamentações
No norte de Londres, a situação é bem diferente. O Tottenham foi atropelado pelo Real Madrid, mas a eliminação não anula a ótima campanha. Os Spurs foram a primeira surpresa da Inglaterra na Champions em cinco anos. O Everton de 2005-06 caiu logo na fase preliminar, contra o Villarreal. O Tottenham, ao contrário, capitalizou a chance.

A atmosfera de hoje em White Hart Lane, quente mesmo após a derrapada de Gomes, confirma o que o elenco representa para a história do clube. Com vitórias marcantes e tanta gente brilhando em boa parte da Champions, o Tottenham ganhou tarimba e ratificou a base do time.

O desafio imediato é retornar à disputa, talvez já na próxima temporada. Conservar os jogadores-chave, reparar as duas laterais (a direita pode até ser de Kyle Walker, emprestado ao Aston Villa) e arrumar um atacante mais eficiente são passos importantes. Tudo isso sem abalar a cumplicidade entre torcida e jogadores.

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terça-feira, 5 de abril de 2011 Copas Europeias, Tottenham | 18:49

Jenas da discórdia

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Redknapp escolheu Jenas, o segundo jogador a menos do Tottenham. Uma salada

Aplausos irônicos: Redknapp escolheu Jenas, o segundo jogador a menos do Tottenham, e o time virou uma salada

O Tottenham sucumbiu em Madri. Os 4 a 0 foram uma prorrogação do sorteio que colocou Real e Barcelona no caminho até Wembley. Deu tudo errado. A ausência de Lennon, que passou mal minutos antes do jogo, foi catastrófica porque o time perdeu metade do poder de contra-atacar e o padrão de jogo. A imbecil e precoce (15′) expulsão de Crouch e a lesão de Corluka ainda forçaram Redknapp a outras modificações pesadas durante a partida.

O time entrou no habitual 4-4-1-1, mas com o estranho deslocamento de Bale à direita para incomodar Marcelo. Aberto pela esquerda, Modric jogava como antes da ascensão do galês e se desperdiçava por ali. No centro, Sandro e Jenas. Sim, Jenas! Redknapp tinha Huddlestone e Kranjcar no banco, mas escolheu a antiga revelação do Nottingham Forest, que passou pelo Newcastle e nada joga há uns três anos. Inexplicavelmente, era ele quem marcava (sic) Adebayor no primeiro gol.

Quando Crouch foi expulso, Bale voltou à esquerda para correr feito um condenado e dar ao time a única alternativa a um ilhado van der Vaart. Modric foi para o centro, e Jenas, para o lado direito. Ali acabava a noite do Tottenham. Jenas tomou um baile de Ronaldo e Marcelo, não defendeu e não atacou. E a salada de Redknapp prosseguiu. No fim, sem Corluka, ele teve de trocar Assou-Ekotto (que, aliás, ainda procura Di María) de lado e mandou Bassong para a esquerda.

O tamanho do desastre foi determinado especialmente pela expulsão, mas o Tottenham também não se ajudou. O time fará um amistoso contra o Real Madrid em White Hart Lane, atura Adebayor (10 gols em 13 jogos contra os Spurs – em suma, o mesmo que Drogba representa para o Arsenal) e leva ótimas recordações de sua primeira Champions em 48 anos. A campanha foi notável.

Abaixo, os diferentes posicionamentos do Tottenham durante o jogo:

Até 15′: Gomes (muito mal, aliás); Corluka, Gallas, Dawson, Assou-Ekotto; Bale, Sandro, Jenas, Modric; van der Vaart; Crouch

De 15′ a 45‘: Gomes; Corluka, Gallas, Dawson, Assou-Ekotto; Jenas, Sandro, Modric, Bale; van der Vaart

De 45′ a 80′: Gomes; Corluka, Gallas, Dawson, Assou-Ekotto; Jenas, Sandro, Modric, Bale; Defoe

Desde 80′:  Gomes; Assou-Ekotto, Gallas, Dawson, Bassong; Jenas, Sandro, Modric, Bale; Defoe

Yet to come
Para a Inglaterra, o melhor está por vir: amanhã, Chelsea e Manchester United começam um confronto que, com a provável eliminação da Inter, pode ser interpretado como uma semifinal antecipada.

Samba Rock
Em seu El Pichichi, Fernando Vives fala da noite do Seu Jorge togolês

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Copas Europeias, Curiosidades, Man Utd | 00:36

Teatro dos pesadelos

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Nossa tendência a mitificar aqueles que se despedem pode superestimar a contribuição de um jogador ao futebol. Mas, a Ronaldo, não há homenagem que seja excessiva. Por isso, relembro uma das mais espetaculares atuações do melhor atacante de sua geração. Em 23 de abril de 2003, o Old Trafford se levantou para aplaudir o responsável pela eliminação do Manchester United na Champions League. O Real Madrid do Fenômeno ganhou o primeiro jogo daquela quarta-de-final por 3 a 1. Na volta, em Manchester, um sensacional hat-trick de Ronaldo inutilizou a vitória dos Red Devils por 4 a 3. Divirta-se:

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sexta-feira, 7 de maio de 2010 Sem categoria | 10:02

SPURS NA CHAMPIONS

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Bem, até agora não havia postado nada sobre a histórica vitória do Tottenham sobre o Manchester City, em Manchester, na quarta-feira passada, e a conseqüente classificação inédita para a Champions League do time londrino.

O próprio técnico Harry Redknapp declarou que o feito é maior do que o título da FA Cup que conseguiu pelo Portsmouth em 2008. O modo como as coisas aconteceram tornou a classificação ainda mais especial. Faltando seis rodadas, os Spurs tinham pela frente ninguém menos que Arsenal, Chelsea, Man United e o próprio City (fora), além de Bolton e Burnley. Somente os Red Devils conseguiram arrancar pontos do time de Londres.

Será a primeira vez desde 2003/2004 que a Liga dos Campeões não terá um dos “quatro grandes” ingleses. Embora já tenha vencido a extinta Recopa européia (Cup Winners´ Cup, disputada pelos vencedores de copas nacionais), em 1973, e duas edições da Copa da Uefa, em 1972 (edição inaugural) e 1984, esta será a primeira vez que o Tottenham disputa a competição mais importante do continente.

E, justiça seja feita, o goleiro Gomes é um dos maiores responsáveis pela conquista. Presente em 31 dos 37 jogos do time até agora – ele se machucou no início da temporada -, o brasileiro manteve a regularidade e foi decisivo em vários jogos. Outros jogadores foram importantes, porém em fases diferentes. Como Modric, por exemplo, que quebrou a perna no quarto jogo da temporada e desfalcou a equipe por 13 partidas. Ou Ledley King, hoje provavelmente o melhor zagueiro inglês, mas que não pode jogar frequentemente (só fez 19 jogos). Defoe marcou muito gols no início, mas caiu de produção na metade final do campeonato. Bale, talvez o jogador mais importante da equipe nessa reta final, só despontou agora no últimos três meses. O resto da equipe se revezou nas grandes atuações. Ora Dawson, ora Huddlestone (com o gol fundamental contra o Bolton). Mas Gomes esteve sempre presente e sem os erros que o afligiram na temporada passada. Não será surpresa se o goleiro vencer o prêmio de jogador do ano do Tottenham.

Sobre a briga pela vaga contra o City, não dá para dizer que o primo pobre venceu o primo rico. Os Spurs foram vice-campeões em gastança nas duas últimas temporadas e isso é um bom indicativo que a equipe vai brigar por alguma coisa na próxima Champions.

Abaixo, o banho de água gelada que os jogadores deram no sério técnico Harry Redknapp.

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domingo, 2 de maio de 2010 Sem categoria | 21:08

GERRARD DERRUBA O MANCHESTER

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Oops, foi sem querer querendo (foto Getty Images)

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(atualizado na 2ª feira) Gerrard dá um passe milimétrico para Drogba marcar contra o Liverpool e o Manchester United perde o título. Parecia aqueles sonhos confusos e indecifráveis que temos de vez em quando.

Mas era tudo realidade. A lenda do Liverpool Steven Gerrard tentou uma atrasada de bola para Reina e acabou deixando o marfinense na cara do gol para colocar o Chelsea na frente. Sem poder de reação, os Reds perderam a partida – Lampard ainda ampliou na 2ª etapa -, mas evitaram que o Manchester United ultrapassasse o Chelsea em pontos na tabela e, consequentemente, o próprio Liverpool em número de títulos ingleses na história. Por pelo menos mais um ano, os dois maiores rivais da Inglaterra estarão com os mesmos 18 campeonatos cada.

Isso, é claro, se os Blues não se transformarem em Yellows na semana que vem contra o Wigan e entregarem o caneco para os Red Devils. Acho que nem o mais otimista dos rubro-mancunianos (se é que existe esse termo) ainda acredita no tetracampeonato. Para isso acontecer, o Chelsea precisa empatar seu jogo, em Stamford Bridge, e o Manchester United vencer o Stoke City, no Old Trafford.

Será? No way.

Liverpool 0 x 2 Chelsea
Não se pode dizer que o Liverpool entregou o jogo. Aquilani até acertou a trave, embora pareça ter ficado com medo de chutar em outro lance quando ficou cara a cara com Cech, ainda no 1º tempo. Mas o gol de Gerrard Drogba colocou as coisas no devido lugar. Depois dele, o Chelsea assumiu o comando do jogo e, não fosse por Reina, o placar teria sido bem mais elástico. Drogba igualou a marca de 26 gols de Wayne Rooney e agora também é o artilheiro do campeonato.

O resultado também deixa o Liverpool matematicamente de fora da Champions League. É a primeira vez desde 2003/2004 que um dos quatro times grandes ingleses (Man United, Chelsea, Liverpool e Arsenal) fica de fora do principal campeonato europeu. Na ocasião, o Newcastle havia tomado o lugar desse mesmo Liverpool. 

Para quem não entendeu o que estava escrito no uniforme do Liverpool, aqui vai a explicação. Nesse último jogo em Anfield como patrocinadora dos Reds, a Carlsberg resolveu homenagear a World Expo em Xangai e todo seu público da China escrevendo o nome da marca em chinês.  Essa somente a quinta marca da história a aparecer na camisa do Liverpool – antes da Carlsberg chinesa, veio a Carlsberg (desde 1992), a Candy, a Crown Paints e a Hitachi.

Sunderland 0 x 1 Manchester United
O belo gol de Nani – somente o 3º dele no campeonato – manteve os Red Devils respirando por aparelhos. O placar poderia ter sido mais confortável se Berbatov não tivesse desperdiçado algumas oportunidades. Rooney foi a campo e ficou os 90 minutos. Owen Hargreaves entrou nos acréscimos e tocou uma vez na bola, o suficiente para se dizer que ele voltou a jogar futebol, coisa que parecia impossível.

 

PREPARAÇÃO PARA FINAIS

Portsmouth 3 x 1 Wolverhampton
Sem dinheiro e sem perspectiva o Portsmouth consegue encontrar forças para lutar dignamente, e vencer. A capacidade do Fratton Park é de 20.700 lugares. Estiveram presentes ao jogo de ontem 19.200 torcedores. Ao final da partida, o técnico Avram Grant pegou o microfone e agradeceu o apoio da torcida durante toda a temporada. Já pensou se os caras aprontam para cima do Chelsea na final da FA Cup!

Fulham 3 x 2 West Ham
Além de manter o time no embalo para a final da Liga Europa contra o Atlético de Madrid, o Fulham ainda conseguiu três pontos que o colocam na metade de cima da tabela, algo valorizado por lá.

 

OUTROS JOGOS

Birmingham 2 x 1 Burnley

Stoke 0 x 0 Everton

 

Wigan 2 x 2 Hull
Hull matematicamente rebaixado. Geovanni volta para o Brasil?

Blackburn 2 x 1 Arsenal
Virada dos Rovers. Van Persie, se aquecendo para a Copa, fez o gol dos Gunners. Mais um howler do Fabianski.

 

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Sem categoria | 20:59

RESTA UMA

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Manchester City 3 x 1 Aston Villa
Confronto de seis pontos por vaga na Champions deu o esperado, embora o Villa tenha saído na frente. Mas o City virou o jogo com dois gols em 90 segundos – um deles num pênalti duvidoso convertido por Tevez -, bem no finalzinho do 1º tempo. Bellamy ampliou com um golaço, tanto pela arrancada de Shaun Wright-Phillips no contra-ataque, quanto pela conclusão do galês no ângulo de Friedel. Com apenas um jogo pela frente, o Villa vai ter de se contentar com a Liga Europa novamente.

Tottenham 1 x 0 Bolton
Um torpedo de Huddlestone manteve os Spurs um pontinho a frente do City, o suficiente para que joguem pelo empate na partida entre as duas equipes  na quarta-feira. Apesar do placra apertado, os Spurs jogaram bem e poderiam ter feito mais gols. Bale, jogando novamente mais adiantado, esteve infernal. Gomes não foi muito exigido, fez apenas uma defesa difícil, mas o brasileiro deixou o campo com um problema na virilha. Seu reserva imediato, Cudicini, sofreu acidente de moto há alguns meses e, atualmente, é Ben Alnwick quem fica no banco. Nem por isso Harry Redknapp pensa em contratar um goleiro de emergência como fez o City. Mas que a torcida dos Spurs faz preces para a recuperação de Gomes, disso não tenho dúvida.

Enfim, quarta-feira tem Man City x Tottenham. É uma final de campeonato. O vencedor leva a vaga da Champions e uma boa grana. Não que isso seja importante para o City, mas é fundamental para que jogadores de alto nível aceitem uma transferência para Eastlands. No caso do Tottenham, a grana é importante sim, mas jogar a Champions depois de tanto tempo é o prêmio maior para quem ainda não tem chance de vencer a Liga.

Gomes machucou-se nos acréscimos e é dúvida para quarta-feira (foto AP)

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quarta-feira, 21 de abril de 2010 Sem categoria | 10:04

OS INGLESES NAS SEMIS DA CHAMPIONS

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Well...

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sexta-feira, 9 de abril de 2010 Sem categoria | 09:05

INGLESES FORA

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Que coisa! Eu, que nem sou torcedor do Manchester, fiquei atônito com a eliminação dos Red Devils. Tudo parecia tranquilo. Rooney surpreendeu todo mundo (menos o Martreta, lá dos comentários) e foi para o jogo. Placar de 3 x 0. Old Trafford. Torcida fantástica. Time jogando bem. Nani destruindo. Mas de repente, em sete minutos, tudo mudou. Um gol do Bayern, meio acidental, chutão para frente, falha do Carrick, quase 44 do 1º tempo, recolocou os alemães na partida. Aos 5’ do 2º, o brasileiro Rafael leva o vermelho. Era o que faltava para o Bayern se agigantar. Logo depois, Rooney saiu machucado. O´Shea, depois de cinco meses machucado, entrou em seu lugar para recompor a defesa. O confronto ficou nas mãos do time de Munique. O golaço da classificação veio a quinze minutos do fim com Robben. Pela primeira vez desde 2002*, os ingleses não têm um representante nas semifinais da Champions League.

Fica aqui meu apoio ao jovem Rafael, único brasileiro da partida e grande responsável pela eliminação do Man United. Talvez tenha faltado experiência ao menino. Jogador que tem cartão amarelo não pode fazer uma falta daquelas. Mas isso é tão básico no futebol. Enfim, ainda acho que Rafael vai longe na carreira. 

Com isso, entra para a história o sem pulo de Robben  e não a grande atuação (com direito a golaço) de Nani. Esse português, que lembra Cristiano Ronaldo, ainda é inconstante. Alterna  jogos memoráveis com outros que nem parece estar em campo. Como será contra o Brasil na Copa?

MOMENTO-CHAVE DA PARTIDA: Rafael leva o vermelho e o Manchester desaba (foto Getty Images)

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E, novamente, deixo aqui meu protesto contra essa regra de gol fora.

 

O ARSENAL

É. Na terça, não deu para o Arsenal. Olhando para o placar agregado de 6 x 3 pode-se até ter a sensação de que a classificação passou longe, mas acho que não faltou tanto assim. Um elenco com mais reservas de peso ou com um pouco menos de azar – tinha que machucar logo os principais jogadores? – deixaria os Gunners com uma equipe mais forte para o jogo decisivo no Nou Camp. As ausências de Gallas, Song, Fabregas, Arshavin e Van Persie tiraram muito da competitividade do time londrino. E, claro, um pouco mais de sorte evitaria também que Messi fizesse provavelmente a melhor partida de sua carreira.

- ô, quarto árbitro, os caras tem um jogador de playstation em campo. Vocês não vão fazer nada?!

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Compreensivelmente ofuscado pelo argentino, Xavi merece uma menção aqui. Ele acertou 93% de seus passes. No Arsenal, o melhor passador, Nasri, conseguiu 66% de acerto. Xavi proporciona todo o equilíbrio que o Barcelona precisa, e dita o ritmo de sua equipe. Sou fã dele.

Segundo Rodolfo Rodrigues, do Futebol em Números, Messi com seus quarteto de gols  igualou-se a outros cinco jogadores na história da Champions League. Tirando Prso, a galeria é seleta:

Marco van Basten (Milan 4 x 0 IFK Gotemburgo, dia 25/11/1992)
Simone Inzaghi (Lazio 5 x 1 Olympique de Marselha, dia 14/03/2000)
Dado Pršo (Monaco 8 x 3 La Coruña, dia 05/11/2003)
Ruud van Nistelrooy (Manchester United 4 x 1 Sparta Praga, dia 03/11/2004)
Andriy Shevchenko (Fenerbahçe 0 x 4 Milan, dia 23/11/2005)

Passe lá no blog do Rodolfo para ver mais números do Messi.

*2008/2009 – Man United, Arsenal, Chelsea
2007/2008 – Liverpool, Chelsea, Man United
2006/2007 – Chelsea, Liverpool, Man United
2005/2006 – Arsenal
2004/2005 – Chelsea, Liverpool
2003/2004 – Chelsea

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quarta-feira, 7 de abril de 2010 Sem categoria | 00:31

O MESSIAS

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Se uma imagem vale por 1.000 palavras, abaixo, minha descrição do jogo com 25.002.

Arsenal eliminado.

(fotos Getty Images)

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quarta-feira, 31 de março de 2010 Sem categoria | 09:42

A INGLATERRA REZA

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No último lance do jogo, Rooney tenta abortar o gol do Bayern. Não consegue e ainda se machuca (fotos Reuters)

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O gol no último suspiro da partida foi o de menos. O resultado é perfeitamente reversível. Mas a contusão de Rooney, além de causar apreensão nos torcedores do Manchester, espalhou pela Inglaterra o temor de mais uma vez iniciar uma Copa do Mundo sem um de seus melhores jogadores em boa forma (por exemplo, Beckham 2002, Rooney e Owen 2006). Wayne Rooney é fundamental para o sucesso tanto dos Red Devils quanto do English Team.

Assim que chegar a Manchester, o atacante irá direto fazer um scan para se descobrir a gravidade da lesão. Isso deve acontecer agora à tarde. Enquanto isso, os ingleses – incluídos, acredito, até mesmo os torcedores do Chelsea – rezam, afinal Rooney será Inglaterra daqui a dois meses.

MANCHESTER DIVIDED
Ainda é cedo para comemorar ou para se desesperar, mas o panorama atual de Manchester mudou de ontem para hoje. A metade azul da cidade está esperançosa, enquanto a vermelha passou a ficar tensa. Pela Premiership, na segunda-feira, Carlitos Tevez decidiu mais uma vez. Foi dele o hat-trick na vitória de 3 x 0 sobre o Wigan que manteve o City na cola dos Spurs pela vaga na Champions. O jogo seguia empatado em 0 x 0 até os 11′ do 2º tempo quando Caldwell fez falta feia em Tevez e foi expulso. Dezesseis minutos depois, Tevez abriu o placar e precisou de outros  doze para marcar mais duas vezes.

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