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quarta-feira, 13 de abril de 2011 Chelsea, Copas Europeias, Tottenham | 19:58

Tchau, final caseira

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Na temporada em que dispensou Mourinho, Abramovich perdeu a Champions em sua Rússia

Os sorteios das oitavas e das quartas-de-final já esboçavam outro fracasso londrino na corrida pelo primeiro título da Champions League. Desta vez, para não aliviá-lo, a final será em Wembley. Do Arsenal, jogado ao Barcelona, a coluna já falou. É hora de discutir as eliminações de Chelsea e Tottenham e suas consequências.

A palavra “fracasso” soa mais apropriada quando a associamos ao Chelsea. Não parece haver uma teoria correta sobre aquele debate de sonho ou obsessão. Roman Abramovich capturou Torres pensando na Champions, mas aproveitou janeiro também para iniciar um tardio processo de reconstrução, que incluiu o inelegível David Luiz.

Quem investe pesadamente há oito anos deve ter uma visão mais pragmática. Mas os torcedores ou mesmo figuras históricas do clube certamente tratam uma eventual conquista de modo mais emotivo, como um sonho mesmo. O choro de Terry na decisão de 2008 deixou isso bem claro.

Ontem, Ancelotti tentou reconstituir o ambiente de sua última vitória em Old Trafford: 4-3-3 e Drogba no banco. Só que 2009-10 não volta mais. O esquema da derrocada na Champions, que havia feito tanto sucesso na temporada passada, foi o mesmo que naufragou no fim de 2010, quando o Chelsea mal podia ganhar um jogo.

Ao abandonar o 4-4-2, que havia ressuscitado o time na temporada, e concentrar as esperanças em Lampard e Torres, ainda sem marcar pelo Chelsea, Ancelotti apostou na má fase. O meia saiu de sua melhor temporada (nos números, ao menos) para a pior. Em 37 jogos, Torres fez ridículos nove gols em 2010-11, um a menos que o emprestado Sturridge, arrebentando no Bolton.

A queda pode custar o emprego a Ancelotti, que errou ao prescindir de Drogba. No entanto, o mau momento generalizado pesa mais que as decisões dele. O elenco deve ter retornos importantes, mas ainda carecerá de um lateral-direito decente e alternativas aos trintões Cole, Malouda, Lampard e Drogba. O Chelsea fracassa porque confiou nas figuras da temporada passada, que não existem mais.

Organizador de mão cheia, Modric é fundamental a qualquer pretensão do Tottenham

Sem lamentações
No norte de Londres, a situação é bem diferente. O Tottenham foi atropelado pelo Real Madrid, mas a eliminação não anula a ótima campanha. Os Spurs foram a primeira surpresa da Inglaterra na Champions em cinco anos. O Everton de 2005-06 caiu logo na fase preliminar, contra o Villarreal. O Tottenham, ao contrário, capitalizou a chance.

A atmosfera de hoje em White Hart Lane, quente mesmo após a derrapada de Gomes, confirma o que o elenco representa para a história do clube. Com vitórias marcantes e tanta gente brilhando em boa parte da Champions, o Tottenham ganhou tarimba e ratificou a base do time.

O desafio imediato é retornar à disputa, talvez já na próxima temporada. Conservar os jogadores-chave, reparar as duas laterais (a direita pode até ser de Kyle Walker, emprestado ao Aston Villa) e arrumar um atacante mais eficiente são passos importantes. Tudo isso sem abalar a cumplicidade entre torcida e jogadores.

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sexta-feira, 8 de abril de 2011 Chelsea, Curiosidades, West Ham | 17:39

Chelsea e Katy Perry dividem comercial

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Katy Perry x Lampard: West Ham em vantagem

A campanha Adidas is all inhavia associado a confiante marca a garotos-propaganda como Messi, Beckham e Derrick Rose. Agora, a Adidas escolhe o Chelsea para continuar sua série de comerciais. Quem mais aparece é Frank Lampard, em temporada bem abaixo da média dele. Nesse caso, o timing dos alemães não foi dos melhores.

Outro detalhe curioso é a presença da cantora Katy Perry num comercial ligado ao Chelsea. Ela é casada com o faz-tudo inglês Russell Brand, torcedor fanático do West Ham, rival citadino dos Blues. Em 2009, Brand foi, digamos assim, homenageado pela esposa, que vestiu o traje favorito do marido durante premiação da MTV Europa. Katy também já acompanhou Russell ao Boleyn Ground para assistir aos Hammers.

Atualização às 18h34, com contribuição do Leonardo Bertozzi: Ainda sobre o Chelsea, Chris Cohen (lembra-se dele?) não consegue imaginar Fernando Torres marcando um gol pelos Blues. Cohen acredita, por exemplo, que é mais fácil ele acordar ao lado de Megan Fox. Já são nove jogos sem comemorar. Nesse ritmo, o espanhol vai superar Crouch, que precisou de 20 partidas para marcar pela primeira vez com a camisa do Liverpool.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 Copas Europeias, Debates | 22:40

Incompatíveis?

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Um dos grandes debates atuais no futebol inglês é a suposta incompatibilidade entre Drogba e Fernando Torres. A constante presença do marfinense no banco ainda não foi completamente esclarecida: rodízio, má fase, ou o campo é pequeno demais para ele e o espanhol? Hoje, na ótima vitória do Chelsea sobre o Copenhague, os dois jogaram simultaneamente por 20 minutos. Até pela vitória garantida, pouco tempo para avaliar. Certo é que, apesar de Torres ter melhorado, o atacante dos Blues em melhor forma é mesmo Anelka, autor de dois gols. Não significa que tenha de ser titular, mas que não pode simplesmente ser descartado em benefício de uma dupla promissora.

É quase inacreditável que esses dois tenham representado um problema por tanto tempo

Parece claro que, se Drogba tiver tempo, os dois vão se acertar e dar essa opção a Carlo Ancelotti. O esquema de hoje, um 4-4-2 simples com Ramires e Malouda abertos, é mais uma alternativa para torná-los compatíveis. Recentemente, outros treinadores do futebol inglês também tiveram de buscar soluções para que seus melhores jogadores pudessem ser mais bem aproveitados. Vamos relembrar alguns casos:

Gerrard e Lampard (Inglaterra). Sem dúvida, o mais famoso dos dilemas. O debate se intensificou após a seleção fracassar nas Eliminatórias para a Euro 2008, quando Steve McClaren fez os dois craques parecerem jogadores comuns. Depois, Fabio Capello até encontrou uma solução. Mandou Gerrard para a esquerda e deixou Lampard e Barry no meio. Antes da Copa, com o capitão do Liverpool por vezes se deslocando à faixa central e abrindo espaço a Ashley Cole, deu muito certo. Na África do Sul, com Barry fora de forma, o esquema não teve muitas chances.

Bent, Gyan e Welbeck (Sunderland). Steve Bruce certamente gostou dessa dúvida. Na primeira metade da temporada, ele tinha à disposição três atacantes em boa fase. Mesmo assim, o treinador costumava relegar Gyan ao banco. Como dois dos avançados são leves e podem jogar pelo lado do campo, era estranho que um time médio não utilizasse um deles como titular. Quando recebeu uma chance, o trio funcionou, com o ganês à direita, a revelação do Manchester United à esquerda e Bent como referência. Desse jeito, o Sunderland dominou e venceu o Bolton, com gol de Welbeck, em 18 de dezembro. Um meio-campo tão funcional, que tem os ótimos Cattermole e Henderson, permitia isso. O problema é que durou pouco. Welbeck, que deve retornar ao United para a próxima temporada, lesionou-se e volta só no fim de março. Bent pediu para ser negociado e foi para o Aston Villa.

Van der Vaart (Tottenham). Aqui, uma possível incompatibilidade entre um jogador e um esquema. Quando o meia ofensivo chegou a White Hart Lane, havia quatro bons atacantes no elenco dos Spurs. Era difícil imaginar que Harry Redknapp, um tanto rígido taticamente, fosse abandonar seu tradicional 4-4-2. Onde o ex-madridista jogaria? Na Inglaterra, cogitaram-se várias possibilidades: Bale de volta à lateral esquerda, van der Vaart na meia central (como a certa altura da final da Copa), ou mesmo no ataque. A má fase dos homens de frente não deixou dúvida. Redknapp decidiu fazer um ajuste e jogar com apenas um atacante e van der Vaart vindo de trás, num 4-4-1-1. Tem sido um sucesso.

Mais Champions
Amanhã, na França, Manchester United e Olympique de Marselha também começam a disputar um posto nas quartas-de-final da Champions. Reecontram-se Sir Alex Ferguson e Gabriel Heinze, que teve saída muito turbulenta de Old Trafford. Bruno Pessa, de Le Blog du Foot, fala aqui sobre o confronto.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010 Sem categoria | 00:43

CAMPEÃO CENTENÁRIO

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Chelsea 8 – 0 Wigan 

Lampard, Terry e cia. levantam a taça (foto Getty Images)

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Não falei que o tetra sairia? Chelsea sagrou-se campeão pela quarta vez na história (1955-2005-2006-2010). Pela primeira vez desde o Tottenham de 1962/1963, um clube marca mais de 100 gols numa temporada. A rede balançou 103 para os Blues. Drogba ficou com a artilharia. Ancelotti, em sua temporada de estreia, pode gabar-se de ter conquistado todos os 18 pontos disputados contra os outros três “grandes”. 

Na tarde de hoje, tudo conspirou a favor dos Blues. O primeiro gol saiu logo aos 5´ do 1º tempo, com Anelka, depois de passe de peito de Malouda (em impedimento invisível a olho nu). Logo depois, mais uma discutível colaboração da arbitragem. Lampard foi agarrado na área, mas também se jogou. O juiz, além do pênalti, ainda deu cartão vermelho para o zagueiro Caldwell e virtualmente encerrou a partida. Apesar da cara feia de Drogba, então empatado na artilharia com Rooney,  Lampard foi para a cobrança e Pollitt – tinha mais essa, era o terceiro goleiro do Wigan – não conseguiu evitar o gol. Dali em diante, foi um jogo de adultos contra crianças. E falando em crianças, Drogba conseguiu marcar o dele, ironicamente depois de um cruzamento de Lampard. E a coisa não parou por aí. O marfinense ainda marcou mais dois e ficou com a artilharia isolada do campeonato com 29 gols – é a terceira ”Golden Boot” em quatro temporadas. Lampard também foi o “artilheiro” em assistências, com 17, seguido de Fabregas com 15. 

FOTO 1: - Ele não deixou eu bater o pênalti. Vou chamar minha mãe. FOTO 2: - Drog, se você não chorar, depois do jogo te dou sorvete (fotos Getty Images)

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Na 2ª etapa, o técnico Ancelotti mandou a campo dois jogadores em situações opostas. Belletti entrou no lugar de Ivanovic e fez, provavelmente, a sua última partida pelo clube de Londres. Já o sérvio Nemanja Matic, substituindo Ballack, fez seu segundo jogo e é uma das promessas da equipe para um futuro próximo.   

O Chelsea foi buscar o caneco com uma formação pra lá de ofensiva. Um 4-3-3 com Ballack de volante sendo o jogador mais recuado do meio-campo. Não é à toa que fizeram oito:
Cech
Ivanovic (Belletti), Alex, Terry e Ashley Cole
Ballack (Matic), Lampard, Malouda
Kalou (Joe Cole), Drogba e Anelka
 

Depois de receber a taça, os jogadores receberam as famílias no gramado. Terry posa para os fotógrafos ao lado da mulher Toni (oficial) e filhos (foto Getty Images)

  

Veja aqui a classificação completa campeonato..
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VEM MAIS POR AÍ?
Semana que vem, os Blues buscam o privilégio de se tornar a sétima equipe da história a conquistar o Double (liga + copa na mesma temporada). A final da FA Cup será no próximo sábado contra o Portsmouth, de Avram Grant.

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domingo, 8 de novembro de 2009 Sem categoria | 19:31

MIND THE GAP!

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Cuidado com o vão! O “gap”, no caso é a distância entre o líder Chelsea e os vice-líderes Man United e Arsenal. E esse gap está em cinco pontos. Tem muito jogo pela frente, mas o campeonato inglês não é o Brasileirão que todo mundo perde toda hora.

Terry e Lampard: mais líderes ainda (foto AP)

Terry e Lampard: mais líderes ainda (foto AP)

Chelsea 1 x 0 Manchester United
Jogo de gente grande, equilibrado e com nervos à flor da pele. No fim, quando o Manchester parecia mais perto do gol, John Terry abriu o placar. O United reclamou muito de impedimento de Drogba, mas, convenhamos, com ou sem Drogba ali a bola entraria. Foi a 11ª vitória consecutiva dos Blues em Stamford Bridge, um recorde do clube, com mais de 14 horas sem levar um gol perante a sua torcida.

Hull City 2 x 1 Stoke City
O holandês Vennegoor saiu do banco aos 38’ do 2º tempo e, nos acréscimos, marcou o gol da vitória que deu (será?) sobrevida ao técnico Phil Brown. Bullard finalmente fez sua estreia em casa depois de 10 meses contratado, jogou a partida inteira e teve excelente atuação. O gol de Vennegoor veio no rebote de um chute seu. Assistindo os dois torcedores abaixo, parece que foi um jogão.

West Ham 1 x 2 Everton
Hammers de volta à zona de rebaixamento. Que coisa! O Everton se recupera da surra que levou em casa do Benfica. Primeira vitória em oito jogos. Saha e Gosling marcaram. Jô no banco do começo ao fim.

Wigan 1 x 1 Fulham
A lojinha do Wigan prometeu dar 5% de desconto para cada gol marcado pelo time. No fim, o desconto não foi lá essas coisas. E pior, mesmo superior durante todo o jogo, o Wigan não conseguiu derrotar o valente Fulham.

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domingo, 25 de outubro de 2009 Sem categoria | 23:44

2 x 0, UM RESULTADO PERIGOSO

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Os jogos deste domingo ilustraram o chavão futebolístico do título acima. O Arsenal vencia por 2 x 0 e levou o empate. Com o City aconteceu a mesma coisa. O Bolton também vencia por 2 x 0 e levou o empate, só que Klasnic desempatou a partida no final. No clássico inglês, o Liverpool fez 2 x 0 e ficou por aí. Nesse caso, o resultado foi perigoso só mesmo para o Manchester United que perdeu a liderança.

Liverpool 2 x 0 Manchester United
Sem Gerrard, mas com várias balões vermelhos em campo (obviamente, jogados pela torcida do Manchester), os Reds conseguiram se aproximar do pelotão de elite com uma vitória suada sobre o arqui-rival e acabaram assim com a sequência de quatro derrotas seguidas. Fernando Torres colocou o Liverpool na frente aos 20’ do 2º tempo, depois de um passe maravilhoso de Benayoun. Lucas puxou contra-ataque e deixou N´Gog na cara do gol para fazer o segundo já nos acréscimos. Vidic foi novamente expulso nesse clássico (foi a terceira vez) e Mascherano também (a segunda).
Faixa pendurada pela torcida do Man United: “Vocês diziam para a gente voltar quando tivéssemos 18 títulos… bem, estamos de volta”. Mas quem riu por último foi o Liverpool.

Claro que a torcida do manchester não ia deixar barato e encheu o gramado de bolas e balões (foto AP)

Claro que a torcida do Manchester não ia deixar barato e encheu o gramado de bolas e balões (foto AP)

El Niño decidiu de novo, nas costas de Rio Ferdinand (foto AP)

El Niño decidiu de novo, nas costas de Rio Ferdinand (foto AP)

Torcida do Man United: “Vocês diziam para a gente voltar quando tivéssemos 18 títulos… Estamos de volta”. Mas quem riu por último foi o Liverpool.

Torcida do Man United: “Vocês diziam para a gente voltar quando tivéssemos 18 títulos… Estamos de volta”. Mas quem riu por último foi o Liverpool.

West Ham 2 x 2 Arsenal
O Arsenal lutava pela quinta vitória consecutiva e parecia no controle da situação. Van Persie e Gallas colocaram os Gunners na frente, mas aos 29’ e 35’ do 2º tempo, Cole e Diamanti (pênalti) igualaram o placar. Mannone foi novamente o titular com Almunia deixado no banco. Só que o goleiro italiano poderia rebatido melhor a bola no primeiro gol dos Hammers.  Eduardo da Silva, recuperado de contusão, entrou aos 43’ do 2º tempo.

Manchester City 2 x 2 Fulham
O gol do americano Dempsey forçou o terceiro empate consecutivo do City. Aos 15’ do 2º tempo, Petrov (mais um atacante muito bom no elenco) marcou o segundo do City e tudo parecia tranquilo. Oito minutos mais tarde a partida já estava empatada.
Zamora perdeu o gol mais feito da temporada

Bolton 3 x 2 Everton
A recuperação da derrota de 5 x 0 para o Benfica no meio da semana parecia assegurada quando Saha e Fellaini empataram a partida que estava 2 x 0 para o Bolton. Só que aos 41’ do 2o tempo, Klasnic colocou o time da casa novamente na frente e piorou ainda mais a desastrosa semana dos Blues.

Os jogos do sábado

Chelsea 5 x 0 Blackburn
Chelsea voltou ao topo da tabela passeando em Stamford Bridge. Depois de marcar seu primeiro gol da temporada com a bola rolando no meio da semana, Lampard fez mais um e outro de pênalti. Joe Cole começou jogando pela primeira vez desde janeiro deste ano e o zagueiro holandês de 17 anos anos Jeffrey Buma fez sua estreia ao entrar em campo no lugar de Ricardo Carvalho. Belletti, depois de cinco anos (segundo ele próprio no seu twitter), atuou como lateral-esquerdo.

Lampard, para o delírio dos fãs, levita em Stamford Bridge (foto AP)

Lampard, para o delírio dos fãs, levita em Stamford Bridge (foto AP)

Tottenham 0 x 1 Stoke City
Outro jogo para ilustrar chavão futebolístico: “Quem não faz, toma”. Depois de desperdiçar inúmeras chances de gol, o Stoke chegou lá aos 41’ do 2º tempo. Whelan acertou um chute maravilhoso no ângulo  de Gomes e mandou o Stoke para a metade de cima da tabela.

Wolverhampton  1 x 1 Aston Villa
Agbonlahor colou os Villans na frente a 11 minutos do final, mas os Wolves agiram rápido e quatro minutos depois empataram através de pênalti sofrido por Kightly e convertido por Sylvan Ebanks-Blake. O Wolverhampton continua na fronteira da zona de rebaixamento e o Villa perdeu a chance de chegar no G4.

Birmingham  2 x 1 Sunderland
Uma vitória poderia, eventualmente, colocar o Sunderland no G4, mas os novos ricos da Premier League não deram moleza para o time de Steve Bruce.

Burnley 1 x 3 Wigan Athletic
A virada do Wigan começou com uma infelicidade do goleiro Brian Jensen. Ao tentar cortar um cruzamento, o goleiro dinamarquês escorregou e o colombiano Rodallega marcou o primeiro dos seus dois gols da partida. No lance, Jensen acabou torcendo o tornozelo e tendo de ser substituído.

Hull 0 x 0 Portsmouth
Dois sérios candidatos ao rebaixamento com um resultado à altura de ambos.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009 Sem categoria | 21:18

A VEZ DOS 100%

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Chelsea e Manchester entraram em campo hoje e mantiveram os 100% de aproveitamento na competição europeia. Além deles, Sevilha e Lyon ainda não perderam pontos.

Chelsea 4 x 0 Atlético de Madrid
Terceiro jogo, terceira vitória, nenhum gol sofrido. Pelo menos na Champions League a defesa do Chelsea não está comprometendo o desempenho da equipe, ainda. Em todo caso, Ancelotti resolveu tirar Ricardo Carvalho e entrou com Ivanovic na zaga. Não sei se resolveu muito. O time espanhol teve duas chances claras de gol, no começo do jogo, nas costas do zagueiro sérvio, mas depois a coisa melhorou. Com Bosingwa, machucado, e Drogba suspenso, Belletão começou jogando na lateral-direita e Kalou foi o parceiro de Anelka no ataque. O marfinês não decepcionou e fez os dois primeiros gols da equipe. Lampard fez o terceiro (foi seu primeiro (!) gol da temporada com a bola rolando). Um gol contra de Perea fechou a goleada. Outra boa notícia para o torcida do Chelsea foi a estreia de Yuri Zhirkov, russo contratado no meio do ano que se machucou antes do início da temporada.

Kalou fazendo o primeiro (foto Getty Images)

Kalou fazendo o primeiro (foto Getty Images)

CSKA 0 x 1 Manchester United
De volta ao estádio onde conquistaram Champions League de 2008, os Red Devils não deixaram escapar os três pontos. No gramado artificial do Luzhniki Stadium, Valencia marcou aos 41’ do 2º tempo. Foi o segundo gol do equatoriano pelo Manchester (o primeiro marcado no final de semana passado contra o Bolton). O jovem Fabio entrou jogando na lateral-esquerda. O não tão jovem assim Gary Neville entrou na lateral-direita. Rooney, machucado, não jogou.

Ferguson e equipe concentrados no jogo (foto AP)

Ferguson e equipe concentrados no jogo (foto AP)

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009 Sem categoria | 00:03

TRAUMATISMO UCRANIANO

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Imagine o que poderia ter feito se não tivesse que sair tão cedo, Lennon (foto AFP)

A derrota inglesa no sábado para a Ucrânia teve um sabor amargo principalmente para o goleiro Green e para o winger (devo chamá-lo de ponta, como antigamente?) AaronLennon. O primeiro foi expulso aos 13′ do 1º tempo e o segundo foi substituído para dar lugar ao goleiro reserva, David James, mas nada de muito traumático já que a vaga inglesa para a Copa já estava assegurada. Também ninguém quebrou a cabeça durante a partida. Mas o título do post é legal, então fica assim mesmo.

Bem, sempre que um time perde uma partida não muito importante alguém vem com aquele papo de “perdeu na hora certa”. No caso da sábado, tal clichê pode, mas não deve ser usado. Principalmente porque Capello entrou em campo com sua força máxima e uma vitória (ou até um empate) aumentaria ainda mais a confiança da equipe, que é um ponto fraco dos ingleses. Capello se preocupa com essa questão e a derrota de ontem foi um golpe.

No entanto, a expulsão de Green  (o primeiro goleiro inglês da história a levar um vermelho) no início tornou a partida muito atípica, com os ingleses atuando mais de 80% do tempo com um jogador a menos. Qualquer avaliação sobre o desempenho da Seleção Inglesa fica comprometido. A maioria dos colunistas ingleses preferiram exaltar a grande partida do time sob condições adversas e o fato de terem perdido pelo placar mínimo tendo ainda chances de chegar ao empate.

Outros preferiram jogar a culpa no mau momento de Ferdinand, na inconstância defensiva de Johnson e na inoperância de Heskey.

Sem dúvida, Capello montou a mais respeitável Seleção Inglesa dos últimos anos, mas o time teve a chance ontem de mostrar que poderia tirar coelhos da cartola e falhou. Qualquer seleção que sonhe com título mundial precisa fazer algum tipo de mágica em algum momento. E os ingleses jogaram apenas como um time comum.

Abaixo, as notas da Seleção Inglesa, segundo o Times (na primeira linha), e segundo o Telegraph (no fim do texto de cada jogador) :

Robert Green (West Ham United) 4/10
Idade 29, convocações 8
A torcida ucraniana jogou fogos em cima dele no início do jogo. Quinze minutos depois, Rio Ferdinand jogou uma granada. O pênalti e o vermelho foram incontestáveis e acabam com a sequência de seis jogos seguidos de Green no gol inglês. (5)

Glen Johnson (Liverpool) 5/10
Idade 25, convocações 19
Bom no ataque, preocupante na defesa. (6)

Rio Ferdinand (Man United) 4/10
Idade 30, convocações 75
Seja por causa das contusões ou pela falta de jogos, Rio está fora de sua melhor forma. Uma bola em suas costas permitiu que Milevskiy sofresse o pênalti que deixou a Inglaterra com dez jogadores. (4)

John Terry (Chelsea) 6/10
Idade 28, convocações 57
O melhor da defesa. (8)

Ashley Cole (Chelsea) 5/10
Idade 28, convocações 77
O lateral está em grande forma, mas não hoje. Perdeu a bola no gol da Ucrânia e depois ainda desviou do goleiro o chute de Nazarenko. (5)

Michael Carrick (Manchester United) 5/10
Idade 28, convocações 20
Com Barry machucado, teve a primeira chance de começar jogando nessas Eliminatórias, mas deu azar pelas circunstâncias da partida. (6)

Aaron Lennon (Tottenham) 6/10
Idade 22, convocações 14
Sacrificado na expulsão de Green. Fez apenas duas jogadas até ser substituído. (6)

Frank Lampard (Chelsea) 7/10
Idade 31, convocações 75
Qualquer que sejam as circunstâncias, Lampard mantém o instinto de atacar. No pior momento inglês do 1º tempo, o Lampard teve uma chance e chutou rente ao poste. (7)

Steven Gerrard (Liverpool) 5/10
Idade 29, convocações 77
Saiu no intervalo com um problema na virilha. (6)

Wayne Rooney (Manchester United) 6/10
Idade 23, convocações 56
Foi negligente ao perder a bola no gol ucraniano, mas tentou se redimir quando deixou Lampard em condições de marcar. Virou meia-direita depois da expulsão de Green. Sua produtividade é admirável. (8)

Emile Heskey (Aston Villa) 5/10
Idade 31, convocações 57
Começou jogando mais na Seleção Inglesa que no Aston Villa o que mostra que Capello confia mais nele do que Martin O’Neill. Heskey tem dificuldades para marcar gols mesmo quando Rooney está ao seu lado. Sozinho, fica ainda menos perigoso. (7)

Entraram:

David James (no lugar de Lennon, aos 14’): Nada pode fazer no gol e fez duas grandes defesas no 2º tempo. (7)

James Milner (no lugar de Gerrard, intervalo): Deu mais gás aos ingleses e a o time melhorou no segundo tempo (7)

Carlton Cole (no lugar de Heskey, aos 72’) (6)

 

Rooney sentiu a panturrilha depois do jogo e não enfrentará a Bielorrússia na quarta-feira. Gerrard, que saiu machucado no intervalo, permanece com o grupo e pode até jogar.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2009 Sem categoria | 00:15

GRAZIE MILLE, MR. CAPELLO

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– Pô, seu Capello. Nem sei como lhe agradecer. O senhor quer uma foto minha? (foto AP)

No futebol, cansamos de ver raios caírem duas vezes no mesmo lugar, mas não foi o que aconteceu ontem em Wembley. A Inglaterra destruiu a Croácia e está na Copa do Mundo de 2010. Os fantasmas que assombravam os ingleses não assustaram e até mesmo o sisudo Fabio Capello pode ser visto sorrindo.

Gerrard, Lampard, Rooney e companhia fizeram uma partida irrepreensível e golearam por 5 x 1 – todos os gols desses três jogadores. Walcott, que acabou com a Croácia no jogo de ida com um hat-trick, ficou de fora ontem, mas sua ausência nem foi sentida. Aaron Lennon jogou em seu lugar e foi o grande destaque. O winger dos Spurs sofreu o pênalti do primeiro gol e deu uma assistência açucarada para Gerrard no segundo.


Gerrard: dois gols de cabeça (foto Getty Images)

Na segunda etapa, a Inglaterra continuou marcando o adversário sob pressão e chegou a mais três gols. Assim como era esperado, Eduardo da Silva foi vaiado pela torcida inglesa ao tocar na bola (por causa do mergulho contra o Celtic). Entretanto, ao contrário do que receava o meio-campo Gareth Barry, o atacante não apresentou muito perigo aos ingleses, embora tenha sido o autor do gol croata já com o placar
mostrando 4 x 0.

A atuação dos ingleses:

Rob Green: Trabalhou bem pouco contra o inoperante ataque croata. No gol, deu azar. Fez duas belas defesas, mas Eduardo fez no rebote. 6,5

Glen Johnson: Mais parecido com o Glen Johnson do Liverpool do que aquele do jogo contra a Eslovênia. Bem no ataque e uma assistência. 7

John Terry: Pouco trabalho no jogo. 7

Matthew Upson: Também teve uma noite tranqüila. Não chega a ameaçar a vaga de Ferdinand. 6,5

Ashley Cole: Consistente na lateral. Praticamente não erra. Mas poderia descer mais ao ataque. 7

Frank Lampard: Jogando um pouco fora de sua posição esteve perfeito. Marca, passa e faz gols. 8

Gareth Barry: Sua melhor partida em muito tempo. Esteve em todos os lugares do meio-campo e foi o ponto de equilíbrio do time. Não inventa. 7

Aaron Lennon: Se alguém foi responsável pela noite tranqüila, esse alguém foi Lennon. Sua arrancada acabou em pênalti e um cruzamento perfeito para Gerrard colocou a Inglaterra com dois gols de vantagem. Aí ficou fácil. E continuo bem no resto da partida. 9

Wayne Rooney: Imprevisível e incansável. É perigo constante para qualquer defesa. Fez assistência para Gerrard e ainda ganhou um gol de presente. 8

Steven Gerrard: Um maestro. A classe e a disposição habitual e sempre em favor do time. Dois gols de cabeça. 8,5

Emile Heskey: Dizem que é útil para o time, e pode até ser, mas atacante precisa saber fazer gols. Acho que Cole cumpriria sua função e ainda faria gols. 5,5

Fabio Capello:
100% nas Eliminatórias. Montou um time que se ainda não é temido, certamente, já é respeitado pelas melhores seleções do mundo. 9,5

Substitutos:
Jermain Defoe (no lugar de Heskey): dessa vez não marcou, embora tivesse tido uma chance. 5
David Beckham (no lugar de Lennon): provocou frisson na torcida quando entrou, mas não fez muita coisa. s/n
James Milner (no lugar de Gerrard): jogou pouco. s/n

Quem quiser ver um infográfico legal sobre a campanha inglesa nas Eliminatórias, clique aqui.

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terça-feira, 11 de agosto de 2009 Sem categoria | 23:55

CHELSEA

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Cidade: Londres
Fundação: 1905
Apelido: The Blues
Estádio: Stamford Bridge
Fulham Road, Fulham, SW6 1HS
Capacidade: 42.055
Tamanho do gramado: 103 x 67 m

Estrelas: John Terry, Lampard, Essien, Drogba, Ballack

Fique de olho: Yuri Zhirkov

Brazucas: Deco (naturalizado português), Belletti e Alex

Quem chegou: Yuri Zhirkov (CSKA Moscow) £18m, Daniel Sturridge (Man City) em litígio, Ross Turnbull (Middlesbrough) grátis

Quem saiu: Ben Sahar (Espanyol) £1m, Frank Nouble (West Ham), Jimmy Smith (Leyton Orient) grátis, Franco Di Santo (Blackburn) empréstimo, Slobodan Rajkovic (FC Twente) empréstimo, Lee Sawyer (Southend) empréstimo, Scott Sinclair (Wigan) empréstimo, Tom Taiwo (Carlisle) empréstimo

Técnico: Carlo Ancelotti (ITA)

Apostas pagam: 9-4 (2,25-1)

Temporada passada:
Premiership: 3º
FA Cup: campeão
Carling Cup: 4ª fase
Liga dos Campeões: semifinal

Títulos:
Premiership: 3
FA Cup: 5
Copa da Liga: 4
Liga dos Campeões: vice (2008)
Recopa: 2 (1971 e 1998)

 

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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última