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quinta-feira, 17 de março de 2011 Copas Europeias, Jogadores, Man City | 19:38

Um talento entre os piores

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Mario Balotelli vai de Golden Boy a Bidone d'Oro

A eliminação do Manchester City da Europa League está na conta de Mario Balotelli. O golpe do italiano em Goran Popov, do Dynamo Kiev, foi intencional e obrigou o árbitro turco Cuneyt Cakir a expulsá-lo no primeiro tempo. Por maior que fosse a vantagem do Dynamo, o 1 a 0 e a apatia ofensiva dos ucranianos sugerem que, no dia de São Patrício, Super Mario tirou do City a chance de chegar à final na Irlanda. O peso de outro não-título é incalculável.

A patacoada ratifica a candidatura de Balotelli ao posto de pior contratação da temporada. E a concorrência é pesada. A turma do Liverpool (Joe Cole, Jovanovic, Poulsen e Konchesky), Squillaci (Arsenal), Boselli (já emprestado pelo Wigan) e Ireland (Aston Villa, enviado ao Newcastle) se esforçaram para tirar o italiano da conversa.

O mais talentoso e produtivo é Balotelli, não há dúvida. Pelo Manchester City, foram 10 gols em 18 jogos. No entanto, o preço alto (£24 milhões), o evidente desinteresse, as declarações imbecis, o baixo número de partidas (duas lesões o tiraram de combate por um bom tempo) e a expulsão de hoje ridicularizam uma aposta que não parecia tão absurda em agosto. Mancini já conhecia Balotelli e, com dinheiro sobrando, comprou um potencial e a crença de que poderia domá-lo. Tem sido um desastre.

Até quando se destaca, ele dá um jeito de pisar na bola. Meia hora depois de marcar seus dois primeiros gols na Premier League, contra o West Bromwich, Super Mario agrediu Mulumbu e foi expulso. Ao ganhar o Golden Boy, prêmio concedido pelo Tuttosport ao melhor jogador jovem da Europa, disse não saber quem é o excelente Jack Wilshere, o segundo colocado. No mesmo dia, colocou apenas Messi acima dele. Aos 20 anos, Balotelli se desperdiça e é um talento entre os piores.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 Copas Europeias, Curiosidades, Man City | 11:46

O bom presente de grego

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Bellamy, Ireland, Petrov, Sylvinho: ofuscados, alguns ex-jogadores do elenco também estavam lá

Você se lembra do clássico caso jornalístico envolvendo o banqueiro Daniel Dantas e o seu xará ator?

Pois bem. Outra história de busca desenfreada por uma imagem já rende boas risadas. Na terça-feira, o Aris, da Grécia, recebeu o Manchester City na primeira partida dos 16 avos-de-final da Liga Europa. Na hora de produzir o folheto de divulgação do jogo, os gregos incluíram, por engano, uma foto manipulada do elenco do City. A montagem satiriza a política de transferências do clube, adicionando ao grupo figuras como Messi, Rooney, Kaká, Sneijder, Ibrahimovic, Forlán, Iniesta, Xavi, Luís Fabiano e, em sua versão mais visível, o personagem Wally!

Sem conferir o material, a diretoria do Aris distribuiu o encarte à cúpula dos adversários. Inicialmente, quem percebeu o engano foi o chefe executivo dos Citizens, Garry Cook. Quando a informação chegou aos dirigentes gregos, eles, envergonhados, mandaram recolher o que puderam. No entanto, parte dos folhetos vazou e já está em leilão no eBay para virar peças de coleção. O Manchester City, talvez de fato sonhando com as estrelas, levou tudo na esportiva.

Sem dúvida, foi o acontecimento mais relevante – e aquele que será folclorizado – envolvendo clubes ingleses na semana de Liga Europa. Manchester City e Liverpool empataram por 0 a 0 em suas visitas a Aris e Sparta Praga.

Dica do Francisco De Laurentiis

United-Crawley
Amanhã, às 15h15, o Manchester United recebe o Crawley Town, da quinta divisão inglesa, pela FA Cup. Relembre aqui a façanha e a história recente do clube do sul da Inglaterra.

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sábado, 12 de fevereiro de 2011 Man City, Man Utd, Premier League | 14:51

Questão de ethos

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A acrobacia de Rooney decidiu um jogo que pendia para o Manchester City. Foto: AP

Em Sociologia, o conceito de ethos está ligado aos costumes de um povo. É a medida da identidade social, que diferencia esse grupo dos demais. Aqui mesmo, na semana passada, o leitor Luiz Souza fez uma observação interessante sobre o Manchester City. Ele disse, em outras palavras, que faltava ao clube uma espécie de espírito vencedor, que lhe permitisse ganhar grandes jogos mesmo em circunstâncias adversas. É o ethos, ainda escasso para um elenco que se renova a cada agosto.

Ethos que sobrou ao Manchester United no dérbi. Quando David Silva (ou Dzeko, se você preferir) empatou o clássico, o City dominava. Kompany era soberano, Yaya Touré mandava no meio-campo, o reaparecido Wright-Phillips surpreendentemente ateou fogo no jogo, e um Tévez mais móvel incomodava os zagueiros. Mesmo assim, Rooney arrumou um movimento espetacular após o cruzamento desviado de Nani, fez o gol mais bonito da carreira e enterrou as chances de título dos rivais.

Apesar da derrota por 2 a 1, a postura inicial de Roberto Mancini foi correta em linhas gerais. O único senão do 4-3-3 retraído foi a presença de Kolarov na ponta esquerda, com Zabaleta deslocado à lateral e, sem sucesso, correndo atrás de Nani. No segundo tempo, valia a pena se abrir com Dzeko, que tomou a vaga de Milner. Este, aliás, ainda não emplacou de azul. Mesmo centralizado, como se destacara na temporada passada com o Aston Villa, ficou novamente aquém da fortuna investida nele.

Por outro lado, a (falta de) atitude de Ferguson na escalação ao prescindir de Berbatov, com 19 gols na liga, não pareceu adequada para um jogo em Old Trafford. Ainda assim, a grande jornada de Nani (o melhor jogador do United na temporada) e Giggs compensou a pobre presença ofensiva dos líderes. Aliás, Giggs e Scholes ainda são as primeiras opções de Ferguson para grandes jogos. Não apenas porque são brilhantes, mas especialmente por serem elementos essenciais à identidade de um time que vence mesmo em marcha lenta, mesmo de bicicleta. Questão de ethos.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 Curiosidades, Jogadores, Man City, Premier League | 13:59

Foi um baque daqueles

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Após o choque com Micah, De Jong simbolizou um Manchester City baqueado. Foto: Getty Images

Há 19 dias, o Manchester City vencia o Wolverhampton por 4 a 3 e festejava a liderança provisória da Premier League. Era a estreia de Edin Dzeko, talhado para tirar parte da responsabilidade atribuída a Tévez e levar o City à corrida pelo título. No entanto, era também um disfarce. Não apenas em função da diferença de jogos disputados pelos rivais mancunianos (à época, de três partidas), mas especialmente por conta das fragilidades de um time que ainda subutiliza vários de seus jogadores.

O grande mérito de Mancini em seus primeiros meses em Eastlands, ainda na temporada passada, foi o acerto defensivo. O italiano recebeu de Mark Hughes um time que havia sofrido nove gols nos últimos três jogos. Nos três primeiros compromissos de liga sob o comando do ex-nerazzurro, Shay Given foi batido apenas uma vez. Ontem, após o empate por 2 a 2 com o Birmingham, o técnico protestou contra o desempenho dos defensores. O Manchester City ainda tem uma das grandes defesas do campeonato, mas, após a estreia de Dzeko, sofreu seis gols em três jogos de liga.

Mancini tinha, até há pouco, um esquema imaculado, o 4-2-3-1 com Barry e De Jong à frente dos defensores e Yaya Touré como playmaker na linha de três meias. Com Dzeko no time, isso teve de ser ligeiramente modificado. Não fazia sentido ter o bósnio e Tévez e deixar um deles longe do gol. A solução inicial foi deslocar à esquerda Gareth Barry, que eventualmente abria espaço para Kolarov avançar. Mas Barry é aquele sujeito que mal aparece na tela, correndo atrás de Özil no lance do quarto gol alemão contra a Inglaterra na Copa do Mundo. O ex-capitão do Villa não tem mais velocidade para jogar por ali.

Ontem, o City não teve Yaya Touré. Roberto Mancini lançou mão de Milner e de uma espécie de 4-2-3-1, com Tévez bem próximo a Dzeko, e David Silva trabalhando mais à direita. A exibição não foi exatamente decepcionante, mas o Birmingham fez, no segundo tempo, o suficiente para merecer o empate. Aliás, foi para o segundo tempo que Mancini perdeu De Jong, lesionado, e a sua estrutura habitual. Os dois pontos deixados no St. Andrews mantêm os Citizens longe da luta pelo título, mas muito perto da indesejada corrida pelo quarto lugar, que, até pouco tempo atrás, parecia coisa do passado. O Tottenham, com um jogo a menos, pode chegar a 44 pontos, a dois dos mancunianos.

Dzeko deve ser um sucesso na Inglaterra, mas Mancini ainda precisa se adaptar à presença dele. Nas últimas quatro rodadas, três com o bósnio, o Manchester City marcou cinco pontos. Está a oito do Manchester United, que ainda tem um jogo a menos. Essa sequência, que praticamente inviabiliza o título, foi um baque daqueles. Tal qual o ocorrido ontem entre Micah Richards e Nigel De Jong:

“Micah Richards De Jongs himself” foi a melhor definição para o lance encontrada pela imprensa inglesa. Richards saiu imediatamente, aos 33 minutos do primeiro tempo, e foi encaminhado a hospital em Birmingham. De Jong deixou o jogo no intervalo. Ambos passam bem.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010 Sem categoria | 10:02

SPURS NA CHAMPIONS

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Bem, até agora não havia postado nada sobre a histórica vitória do Tottenham sobre o Manchester City, em Manchester, na quarta-feira passada, e a conseqüente classificação inédita para a Champions League do time londrino.

O próprio técnico Harry Redknapp declarou que o feito é maior do que o título da FA Cup que conseguiu pelo Portsmouth em 2008. O modo como as coisas aconteceram tornou a classificação ainda mais especial. Faltando seis rodadas, os Spurs tinham pela frente ninguém menos que Arsenal, Chelsea, Man United e o próprio City (fora), além de Bolton e Burnley. Somente os Red Devils conseguiram arrancar pontos do time de Londres.

Será a primeira vez desde 2003/2004 que a Liga dos Campeões não terá um dos “quatro grandes” ingleses. Embora já tenha vencido a extinta Recopa européia (Cup Winners´ Cup, disputada pelos vencedores de copas nacionais), em 1973, e duas edições da Copa da Uefa, em 1972 (edição inaugural) e 1984, esta será a primeira vez que o Tottenham disputa a competição mais importante do continente.

E, justiça seja feita, o goleiro Gomes é um dos maiores responsáveis pela conquista. Presente em 31 dos 37 jogos do time até agora – ele se machucou no início da temporada -, o brasileiro manteve a regularidade e foi decisivo em vários jogos. Outros jogadores foram importantes, porém em fases diferentes. Como Modric, por exemplo, que quebrou a perna no quarto jogo da temporada e desfalcou a equipe por 13 partidas. Ou Ledley King, hoje provavelmente o melhor zagueiro inglês, mas que não pode jogar frequentemente (só fez 19 jogos). Defoe marcou muito gols no início, mas caiu de produção na metade final do campeonato. Bale, talvez o jogador mais importante da equipe nessa reta final, só despontou agora no últimos três meses. O resto da equipe se revezou nas grandes atuações. Ora Dawson, ora Huddlestone (com o gol fundamental contra o Bolton). Mas Gomes esteve sempre presente e sem os erros que o afligiram na temporada passada. Não será surpresa se o goleiro vencer o prêmio de jogador do ano do Tottenham.

Sobre a briga pela vaga contra o City, não dá para dizer que o primo pobre venceu o primo rico. Os Spurs foram vice-campeões em gastança nas duas últimas temporadas e isso é um bom indicativo que a equipe vai brigar por alguma coisa na próxima Champions.

Abaixo, o banho de água gelada que os jogadores deram no sério técnico Harry Redknapp.

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 Sem categoria | 18:14

TEM UM GANSO NO MEIO DO CAMINHO

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Deu na SkySports:

Apesar do Santos já ter dado como 98% certa a volta de Robinho ao clube, o negócio pode melar por causa do garoto Ganso. Foram oferecidas as prioridades de compra dele e de Neymar ao Manchester City como parte da negociação, mas o garoto disse que não está interessado em jogar naquele clube inglês.

“Eu preferia jogar em um grande clube da Europa, como o Milan, Real Madrid ou Barcelona”, disse Ganso segundo o site.

Para o jogo que acontece nesse momento entre Manchester United x Manchester City, Robinho, compreensivelmente, não foi nem para o banco.

O duelo entre Tevez e Neville sofreu um desfalque. O inglês também não foi nem para o banco.

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domingo, 24 de janeiro de 2010 Sem categoria | 23:42

A LEI DO MÍNIMO ESFORÇO

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Robinho: de transferência mais cara a maior "flop" (fracasso) de todos os tempos (foto AFP)

Robinho: de transferência mais cara a maior "flop" (fracasso) de todos os tempos (foto AFP)

 

No futebol – assim como na vida em geral – tenho uma certa boa vontade em tentar encontrar justificativa para os absurdos. Mas o nosso Robson de Souza me deixou indignado. Robinho deu entrevista à Rádio Bandeirantes dando a entender que já conversou com a diretoria do City e que deverá ser emprestado para algum time – provavelmente o Santos. O técnico Mancini não confirma o acerto. O Barcelona, outrora interessado, já saltou fora.

O problema é que Robinho carrega o recorde de transação mais cara da história do futebol inglês. Seu salário de aproximadamente R$ 2 milhões por mês é o mais alto da Premier League. Ele ganha mais do que os ingleses Terry, Lampard, Gerrard e Rooney. Mais do que Carlitos Tevez. O mínimo que se espera de um jogador que recebe uma fortuna todo mês é que se dedique e lute para ser titular. Seja ano de Copa ou não. Pergunte ao Tevez se ele está preocupado em não jogar nesse semestre devido à concorrência? Só agora Robinho percebeu que o time está cheio de craques e que ele só vai jogar se estiver bem? Só agora, com a chegada de Mancini, é que ele percebeu que o problema não era o técnico (Hughes) e sim ele próprio? Lamentável!

O plano de Robinho é simples. Ele volta ao Santos. Disputa o Paulistinha, a Copa do Brasil (encara o temível Naviraiense-MS) e o início do Brasileiro. Só com moleza pela frente, ele consegue apoio popular para se manter no time de Dunga e vai para a África do Sul. Fácil, não? Aí  depois a gente perde a Copa porque não faz em gol em ninguém e vão colocar a culpa no cara que ficou arrumando a meia.

 

Os cinco maiores holerites* da Premier League:

Robinho (Man City): £686,000 (R$ 2 milhões).

John Terry (Chelsea): £647,000.

Frank Lampard (Chelsea): £643,000.

Steven Gerrard (Liverpool): £600,000.

Carlos Tevez (Man City): £600,000.

*Salários mensais

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009 Sem categoria | 19:24

COMEÇA A ERA MANCINI

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Mancini ao lado do diretor Garry Cook (foto Getty Images)

Mancini ao lado do diretor Garry Cook (foto Getty Images)

Mancini chegou à Inglaterra. Mesmo sem nunca ter jogado ou treinado um time que não fosse da Itália (vou desconsiderar os quatro jogos dele pelo Leicester City em 2001), o italiano já mostrou que sabe se expressar bem no idioma inglês. No entanto, já deu para notar também que Mancini não é assim muito chegado em palavras originais.

“É possível (chegar em quarto lugar). É importante que nos concentremos no jogo do Boxing Day (dia 26) em casa contra o Stoke e, depois disso, em um jogo de cada vez”. Entenderam a complexa estratégia?

Em compensação, o novo técnico do City parece não se preocupar muito com a maneira como suas palavras são interpretadas:

“Quando eu for embora do Manchester City, em 15 anos, depois de ganhar cinco títulos de Premier League e quatro Copas, os jogadores reagirão da mesma maneira em relação a mim”, sobre o pedido dos atletas à diretoria para que Mark Hughes ficasse. Estaria o italiano querendo dizer “pó, até parece que o cara estava aqui havia 15 anos e havia ganhado quase dez títulos”?

E sobre a sondagem do Liverpool: “O Liverpool nunca entrou em contato comigo, de jeito nenhum. Eles têm um bom técnico, Rafa é um bom técnico”. Hmm, sei. Logo, o Mark Hughes não era um bom técnico.

 

PAPAI NOEL TROUXE FUTEBOL DE NATAL

E aí aparece aquela semaninha entre Natal e Ano Novo, férias da faculdade, do trabalho… É a época do ano que mais sobra tempo. Não seria justo, principalmente para aquelas pessoas que não viajaram para alguma praia paradisíaca, não ter campeonato inglês na TV. Por isso, viva a Premier League. Teremos jogos no dia 26, 27, 28, 29 e 30 (de sábado a quarta) pela Premiership e dias 2 e 3 de janeiro pela terceira fase da FA Cup.

A rodada do sábado da Premiership

Birmingham x Chelsea
Fulham x Tottenham H.
West Ham  x Portsmouth
Burnley x Bolton W.
Manchester City x Stoke C.
Sunderland  x Everton
Wigan Athletic  x Blackburn R.
Liverpool  x  Wolverhampton W.

27/12 – domingo 

Arsenal  x  Aston Villa
Hull City  x  Manchester United

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sexta-feira, 3 de julho de 2009 Sem categoria | 12:15

TGFF NO JORNAL PLACAR

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Abaixo, a coluna do Jornal Placar de hoje.

Um ano atrás, o multibilionário xeque árabe Mansour bin Zayed Al Nahyan comprava o Manchester City e o tranformava no clube mais rico do planeta. Desde então, com exceção à contratação de Robinho, jamais a torcida do time se sentiu como tal.

Neste primeiro ano, o City flertou com o rebaixamento, e o técnico Mark Hughes se acostumou a vestir uma corda ao redor do pescoço. No final do campeonato, o clube azul de Manchester ficou até satisfeito com o medíocre 10º lugar.

Agora em 2009, o projeto tenta engatar uma terceira. O meio-campo da seleção inglesa Gareth Barry e o matador paraguaio Roque Santa Cruz já chegaram. Duas peças para facilitar a vida de Robinho, que na temporada passada decepcionou. Outros dois jogadores top têm propostas do City em suas mesas – Carlitos Tevez e Samuel Eto’o -, mas relutam em aceitar.

O xeque tem ambição. Nesta semana, assinou contrato com a Endemol Sport, empresa que criou o Big Brother. A intenção é internacionalizar a marca através de algumas ações (relançamento do site com versão em árabe e alguns programas de TV). A torcida também faz sua parte. A venda do ingresso da temporada já chegou na casa dos 30.000 faltando ainda dois meses para o início da temporada.
 
Será que depois do surpreendente título do Blackburn em 1995 um outro bicão entrará na festa do G4 inglês?

VUVUZELA AMERICANA
David 
Beckham vai retornar para o LA Galaxy e encontrar o pior ambiente possível. Seu companheiro de time e estrela da seleção americana Landon Donovan cornetou o comportamento do inglês no livro The Beckham Experiment, de Grant Wahl. Donovan acusa Becks de falta de liderança e comprometimento. Até de pão-duro o Spice Boy é chamado.

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sexta-feira, 13 de março de 2009 Sem categoria | 09:47

UM PROJETO DE TIME

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Robinho esteve acordado ontem e jogou bem (foto AFP)

Pela primeira vez, vi a imprensa inglesa vislumbrando algo de bom para o Manchester City para esta temporada. A excelente performance na vitória do time de Mark Hughes sobre o Aalborg por 2 x 0 encheu de esperança os torcedores que anseiam pelo fim do jejum de 33 anos sem um mísero trofeuzinho.

Não vi o jogo, mas pelo que li, foi um massacre do City e o placar poderia ter sido bem mais elástico. Robinho, Ireland e Wright-Phillips finalmente apresentaram o futebol que se espera deles. O grande problema do time é que esse talento todo tem aparecido apenas esporadicamente e ainda assim em turnos. Raramente os três estão bem ao mesmo tempo. Ontem o que se viu foi um City envolvente, veloz e com ótimo toque de bola. Vocês podem argumentar que o Aalborg não é nenhum Man United, mas era um time invicto havia 17 jogos e que chegou a empatar com os Red Devils em Old Trafford na primeira fase da Champions. Eu realmente acredito que a atuação do City tenha sido boa mesmo. E acho que os jogadores têm capacidade para produzir muito mais do que vêm produzindo.

Robinho jogou bem, começou a jogada do primeiro gol e chegou a pedalar 5 ou 6 vezes (segundo alguns jornais, e 93, segundo outro) na frente de um zagueiro dentro da área antes de ser derrubado. O árbitro foi o único no estádio a não ver o pênalti. A jogada deve ter sido parecida com o drible em cima do corintiano Rogério, na final do Brasileiro de 2002. Elano também jogou o tempo inteiro.

O ponto negativo do jogo foi o pequeno número de torcedores presentes no estádio City of Manchester, apenas 25.000 pessoas, pouco mais da metade. Um número muito baixo para os padrões ingleses. O Interessante é que, segundo o The Guardian, boa parte dos cantos da torcida presente, em vez de serem direcionados a incentivarem o time, criticavam a torcida que não apareceu. “Onde está nossa torcida?”, cantavam. Quando o placar anunciou o público, muitas vaias.

Agora, imagine o Manchester United conquistando a Quíntupla Coroa e o City vencendo a Copa da Uefa. Não tenho dúvidas que esse caneco solitário do time azul da cidade seria muito mais comemorado que os cinco do vermelho. E haja Guinness nos pubs da cidade pra comemorar!

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