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Posts com a Tag Nani

quarta-feira, 6 de março de 2013 Copas Europeias, Man Utd | 08:57

Do kung-fu a Modric

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Acabou para o Manchester United. E está acabando para a Inglaterra, que, na Champions League, deve ter apenas a despedida do Arsenal em Munique e a honra de sediar a decisão. A provável ausência de representantes ingleses nas quartas de final é a sequência natural do que foi discutido no blog em dezembro do ano passado. No entanto, como até José Mourinho admitiu (“o melhor time perdeu”), os Red Devils poderiam ter derrubado o Real Madrid. O blog enumera cinco episódios que determinaram a derrota por 2 a 1 e a eliminação do United em Old Trafford:

Ferguson dispensou a entrevista coletiva após o jogo. Não é difícil entender por quê

A expulsão de Nani. O lance capital do confronto, mais do que qualquer um dos cinco gols. Sem intenção, Nani aplicou em Arbeloa um golpe de kung-fu e foi expulso pelo árbitro Cuneyt Cakir, que, enquanto o português estava deitado, teve alguns segundos para pensar no que faria. Um cartão amarelo teria punido Nani com correção, condenando a imprudência sem ignorar o caráter acidental do lance. Até a expulsão, o United controlava bem o jogo e não dava sinais de que sofreria gols.

A ausência de Jones. O quebra-galho do elenco, que perdeu por lesão a partida decisiva, teria sido importante demais. Não apenas para assessorar Rafael no combate a Ronaldo, sua principal função no jogo de Madrid, mas especialmente para fechar espaços e oferecer mais energia depois da expulsão de Nani. Alonso, Modric, Özil e Kaká circulavam à vontade contra meio-campistas desgastados e sem a força de Jones, que, como Sam Allardyce descobriu há duas temporadas no Blackburn, é capaz de proteger muito bem a área.

A apatia de van Persie. Ainda que a fase não seja brilhante, o holandês poderia ter feito mais no confronto. Na primeira partida, faltou a precisão habitual quando ele perdeu uma oportunidade clara diante de Diego López. Na segunda, faltou tudo a van Persie, que se aproximou bastante de sua versão pálida da Euro 2012.

A decisão de Ferguson. Ferguson relegou Rooney ao banco com o argumento de que Welbeck seria mais eficiente em atrapalhar Xabi Alonso. De fato, Welbeck foi enérgico sem a bola e limitou a passes burocráticos o articulador do Real Madrid, que costuma ser letal nos lançamentos. Mas Rooney vive ótima fase técnica e, embora não tenha o fôlego de Welbeck, também está habituado a cumprir papéis defensivos que contrariem sua “natureza”. Teria sido mais simples perseguir Alonso do que fechar o lado direito, como no primeiro jogo. É inevitável pensar na falta que Rooney fez nos momentos em que o United dominava. Não aproveitar Kagawa, que vinha de hat-trick no sábado, foi outra opção questionável.

A entrada de Modric. O ex-dínamo do Tottenham ainda não encontrou espaço no sistema de Mourinho, que mantém Khedira e Özil nas posições que ele poderia ocupar. Mas a atmosfera de um estádio inglês fez bem ao croata, um dos grandes da Premier League até a temporada passada. Chamado logo após a expulsão de Nani, Modric mostrou seu repertório em meia hora. Além do gol que pôs o Real Madrid em situação favorável, os passes precisos e a excelente movimentação minaram o sistema defensivo do United. Foi o melhor do jogo.

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domingo, 7 de agosto de 2011 Copas Nacionais, Man Utd | 18:20

Olá, muito prazer

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De Gea, Jones e Young são a espinha dorsal de uma renovação que vai muito além deles

20, 21, 23, 19, 21, 26, 22, 23, 25, 26 e 21. A sequência, bastante repetida há algumas horas, traz as idades dos titulares do Manchester United na parte final da Supercopa da Inglaterra, contra o Manchester City. Foram eles que transformaram uma desvantagem de 2 a 0 em mais um título para os Red Devils, que venceram por incríveis 3 a 2. O fato de Ashley Young (26) ser o vovô de um time que reagiu assim a um rival forte e experimentado representa bem mais do que uma piada pronta.

Antes da entrada de Berbatov, a dois minutos do fim, Alex Ferguson havia recorrido a quatro das seis substituições permitidas. Sem Giggs desde o início, trocou os experientes Ferdinand, Vidic, Evra e Carrick (que, outra vez, apareceu de surpresa em uma Community Shield) pelos jovens Evans, Jones, Rafael (capitão do time!) e Cleverley. Não foi preciso mudar tanto para chegar à sequência do começo do texto. São os novos tempos em Old Trafford, que nos levam a alguns comentários:

1) Aquele problema ainda existe. A imagem de Messi entre o meio-campo e a defesa do United na final da Champions ainda deve incomodar Ferguson. Hoje, o gol de Dzeko deixou claro que a ausência de um volante defensivo contra adversários difíceis e com alguém no setor (até não foi o caso de Yaya em boa parcela do jogo, é bem verdade) expõe os zagueiros perigosamente. A diferença é que não havia quem pudesse fazer essa proteção na temporada passada. Hoje tem: o polivalente Phil Jones.

2) Combinação letal. O primeiro gol de Nani, batizado por aí de “gol de Barcelona”, mostrou o nível de fluidez a que o jogo do United pode chegar. Muito disso se deve à ousadia de Ferguson, que tem insistido em escalar Young e o próprio Nani abertos no meio-campo. Quando eles chegam ao ataque tabelando com Rooney e mais um (hoje Welbeck), a defesa adversária tem muitos problemas.

Você enxergava um bom lateral-direito aí?

3) Iniesta inglês. Para ter fluidez, alguém precisa vir de trás com qualidade. A entrada de Tom Cleverley, que também participou do golaço de Nani, foi determinante para a virada e até fez Anderson crescer. Cleverley volta do empréstimo ao Wigan confiante e com status de “futuro Iniesta” para vários torcedores. Funciona melhor como meia central do que aberto pela direita, função que lhe foi delegada por Stuart Pearce na Euro sub-21. Tem tudo para ser muito utilizado.

4) Defesa versátil. Na pré-temporada, Ferguson testou todos os seus zagueiros jovens (Smalling, Jones e Evans) nas laterais. Agora, a gente entende por que O’Shea e Brown não ficaram. É claro que ninguém pode depender de Evans para nada, mas as opções legitimam a presença de apenas três laterais de ofício no elenco. Uma das boas surpresas da Community Shield foi o poder ofensivo de Smalling, hoje lateral-direito.

5) De Gea. O goleiro espanhol de 20 anos falhou nos dois gols do City, mas é cedo demais para tachá-lo de novo Taibi, Bosnich, Barthez ou Howard. O ex-colchonero tem talento e precisa se adaptar ao ambiente, às novas responsabilidades e até à fluência no idioma. Por exemplo, em entrevista ao blog, o brasileiro Adriano Basso, agora no Hull, revelou que as dificuldades iniciais com a língua o forçaram a uma transferência para o minúsculo Woking por conta da tarefa de organizar a defesa.

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segunda-feira, 18 de abril de 2011 Debates, Jogadores | 18:15

Bale, Wilshere e Nani

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Bale é fantástico, mas não mereceu o prêmio

A Associação dos Futebolistas Profissionais (PFA) da Inglaterra anunciou os melhores da temporada segundo os próprios jogadores. Gareth Bale, do Tottenham, leva o prêmio geral, e Jack Wilshere, do Arsenal, é o melhor jovem. Há uma semana, a coluna se posicionou sobre isso. Bale entra no restrito grupo de galeses que receberam o troféu: Ian Rush, Mark Hughes e Ryan Giggs são os outros. Não é pouco, não.

O problema é que o prêmio a ele não faz sentido. Até Nani, que nem sequer foi indicado, merecia mais. Bale teve três meses brilhantes, mas caiu muito. O português, por sua vez, faz temporada bem mais sólida. Em 2009-10, o Manchester United utilizava à exaustão o esquema com ele e Valencia. Após a lesão do equatoriano, Nani passou a ser o único do time capaz de quebrar defesas com jogadas individuais.

Como, à exceção de Giggs, ninguém faz boa temporada entre os meio-campistas, o luso teve de abraçar todas as responsabilidades de criar jogadas. Ele respondeu à pressão com nove gols e incríveis 18 assistências na liga. Bale, da mesma posição, marcou sete vezes e tem só um passe decisivo. Números podem iludir, mas, neste caso, ajudam muito na hora de estabelecer o tamanho da contribuição de um jogador a seu time.

Dois problemas na escolha são bem claros: a eleição é feita em março (dois meses antes do fim da temporada, portanto), e os jogadores tendem a votar em quem causou mais impacto. Ora, quem teve as melhores atuações individuais do futebol inglês em 2010-11? Bale, é claro. Só que uma lesão nas costas interrompeu aquela excelente forma que a gente viu especialmente nos confrontos contra a Internazionale pela Champions. Ele não tem nenhum jogo espetacular neste ano.

No prêmio de melhor jovem, há outra controvérsia. Wilshere é, certamente, a “revelação” do ano. Mas qual é o conceito da votação? Nani, com 24 anos, concorreu porque tinha 23 ao início da temporada. Foi mais importante que Wilshere, mas nada tem de revelação. Pelo visto, não se elege simplesmente o melhor, mas aquele que despontou ou, em último caso, evoluiu muito em relação ao ano anterior. Daí, não seria o caso de derrubar a idade-limite?

As incoerências não param aí, mas a coluna vai deixar outras considerações para o fim de 2010-11.

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sábado, 12 de fevereiro de 2011 Man City, Man Utd, Premier League | 14:51

Questão de ethos

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A acrobacia de Rooney decidiu um jogo que pendia para o Manchester City. Foto: AP

Em Sociologia, o conceito de ethos está ligado aos costumes de um povo. É a medida da identidade social, que diferencia esse grupo dos demais. Aqui mesmo, na semana passada, o leitor Luiz Souza fez uma observação interessante sobre o Manchester City. Ele disse, em outras palavras, que faltava ao clube uma espécie de espírito vencedor, que lhe permitisse ganhar grandes jogos mesmo em circunstâncias adversas. É o ethos, ainda escasso para um elenco que se renova a cada agosto.

Ethos que sobrou ao Manchester United no dérbi. Quando David Silva (ou Dzeko, se você preferir) empatou o clássico, o City dominava. Kompany era soberano, Yaya Touré mandava no meio-campo, o reaparecido Wright-Phillips surpreendentemente ateou fogo no jogo, e um Tévez mais móvel incomodava os zagueiros. Mesmo assim, Rooney arrumou um movimento espetacular após o cruzamento desviado de Nani, fez o gol mais bonito da carreira e enterrou as chances de título dos rivais.

Apesar da derrota por 2 a 1, a postura inicial de Roberto Mancini foi correta em linhas gerais. O único senão do 4-3-3 retraído foi a presença de Kolarov na ponta esquerda, com Zabaleta deslocado à lateral e, sem sucesso, correndo atrás de Nani. No segundo tempo, valia a pena se abrir com Dzeko, que tomou a vaga de Milner. Este, aliás, ainda não emplacou de azul. Mesmo centralizado, como se destacara na temporada passada com o Aston Villa, ficou novamente aquém da fortuna investida nele.

Por outro lado, a (falta de) atitude de Ferguson na escalação ao prescindir de Berbatov, com 19 gols na liga, não pareceu adequada para um jogo em Old Trafford. Ainda assim, a grande jornada de Nani (o melhor jogador do United na temporada) e Giggs compensou a pobre presença ofensiva dos líderes. Aliás, Giggs e Scholes ainda são as primeiras opções de Ferguson para grandes jogos. Não apenas porque são brilhantes, mas especialmente por serem elementos essenciais à identidade de um time que vence mesmo em marcha lenta, mesmo de bicicleta. Questão de ethos.

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sexta-feira, 9 de abril de 2010 Sem categoria | 09:05

INGLESES FORA

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Que coisa! Eu, que nem sou torcedor do Manchester, fiquei atônito com a eliminação dos Red Devils. Tudo parecia tranquilo. Rooney surpreendeu todo mundo (menos o Martreta, lá dos comentários) e foi para o jogo. Placar de 3 x 0. Old Trafford. Torcida fantástica. Time jogando bem. Nani destruindo. Mas de repente, em sete minutos, tudo mudou. Um gol do Bayern, meio acidental, chutão para frente, falha do Carrick, quase 44 do 1º tempo, recolocou os alemães na partida. Aos 5’ do 2º, o brasileiro Rafael leva o vermelho. Era o que faltava para o Bayern se agigantar. Logo depois, Rooney saiu machucado. O´Shea, depois de cinco meses machucado, entrou em seu lugar para recompor a defesa. O confronto ficou nas mãos do time de Munique. O golaço da classificação veio a quinze minutos do fim com Robben. Pela primeira vez desde 2002*, os ingleses não têm um representante nas semifinais da Champions League.

Fica aqui meu apoio ao jovem Rafael, único brasileiro da partida e grande responsável pela eliminação do Man United. Talvez tenha faltado experiência ao menino. Jogador que tem cartão amarelo não pode fazer uma falta daquelas. Mas isso é tão básico no futebol. Enfim, ainda acho que Rafael vai longe na carreira. 

Com isso, entra para a história o sem pulo de Robben  e não a grande atuação (com direito a golaço) de Nani. Esse português, que lembra Cristiano Ronaldo, ainda é inconstante. Alterna  jogos memoráveis com outros que nem parece estar em campo. Como será contra o Brasil na Copa?

MOMENTO-CHAVE DA PARTIDA: Rafael leva o vermelho e o Manchester desaba (foto Getty Images)

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E, novamente, deixo aqui meu protesto contra essa regra de gol fora.

 

O ARSENAL

É. Na terça, não deu para o Arsenal. Olhando para o placar agregado de 6 x 3 pode-se até ter a sensação de que a classificação passou longe, mas acho que não faltou tanto assim. Um elenco com mais reservas de peso ou com um pouco menos de azar – tinha que machucar logo os principais jogadores? – deixaria os Gunners com uma equipe mais forte para o jogo decisivo no Nou Camp. As ausências de Gallas, Song, Fabregas, Arshavin e Van Persie tiraram muito da competitividade do time londrino. E, claro, um pouco mais de sorte evitaria também que Messi fizesse provavelmente a melhor partida de sua carreira.

- ô, quarto árbitro, os caras tem um jogador de playstation em campo. Vocês não vão fazer nada?!

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Compreensivelmente ofuscado pelo argentino, Xavi merece uma menção aqui. Ele acertou 93% de seus passes. No Arsenal, o melhor passador, Nasri, conseguiu 66% de acerto. Xavi proporciona todo o equilíbrio que o Barcelona precisa, e dita o ritmo de sua equipe. Sou fã dele.

Segundo Rodolfo Rodrigues, do Futebol em Números, Messi com seus quarteto de gols  igualou-se a outros cinco jogadores na história da Champions League. Tirando Prso, a galeria é seleta:

Marco van Basten (Milan 4 x 0 IFK Gotemburgo, dia 25/11/1992)
Simone Inzaghi (Lazio 5 x 1 Olympique de Marselha, dia 14/03/2000)
Dado Pršo (Monaco 8 x 3 La Coruña, dia 05/11/2003)
Ruud van Nistelrooy (Manchester United 4 x 1 Sparta Praga, dia 03/11/2004)
Andriy Shevchenko (Fenerbahçe 0 x 4 Milan, dia 23/11/2005)

Passe lá no blog do Rodolfo para ver mais números do Messi.

*2008/2009 – Man United, Arsenal, Chelsea
2007/2008 – Liverpool, Chelsea, Man United
2006/2007 – Chelsea, Liverpool, Man United
2005/2006 – Arsenal
2004/2005 – Chelsea, Liverpool
2003/2004 – Chelsea

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domingo, 31 de janeiro de 2010 Sem categoria | 22:54

MAN UNITED FANTÁSTICO

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Rooney, Nani e Park (comemorando o terceiro), os três que balançaram as redes (foto AFP)

Rooney, Nani e Park (comemorando o terceiro), os três que balançaram as redes (foto AFP)

 

A tecnologia 3D não poderia ter escolhido jogo melhor para estrear. Que partida de futebol! Parece que foi um massacre do Manchester United, mas contando as oportunidades de gol de cada equipe deu empate (14 x 14). A pontaria dos Gunners estava péssima. Já o Manchester acabou acertando até quando (Nani) errou (o cruzamento).

E como tem acontecido todo ano, os garotos de Arsene Wenger se encolhem na hora das grandes decisões. Novamente faltou elenco. Sem Van Persie e Eduardo, e com Bendtner ainda sem ritmo de jogo, o time jogou só com o pequeno (em estatura) Arshavin na frente. Como bem lembrou o Dantas nos comentários do post abaixo, Wenger disse no começo da temporada, com o time jogando muito e marcando gols, que não entendia por que as pessoas pediam para ele comprar, comprar… Chegou a hora de dizer: está vendo por quê?

AS CHANCES:

2 – Arshavin chuta para fora

6 – Fletcher cruza, Gallas corta

7– Nani cruza, Song corta

8 –  Escanteio e Denílson quase marca contra. Nasri salva em cima da linha.

12 – Contra-ataque puxado por Arshavin. O russo mesmo chuta para fora.

20- Contra-ataque puxado por Fabregas. Arshavin erra o chute e Fabregas quase consegue dominar para marcar.

26 – Rooney consegue chutar de dentro da área, Almunia defende.

27 – Nani consegue o chute, mas vai para fora.

28 – Nani recebe dentro da área e o chute é bloqueado por Vermaelen.

GOOOL!
32 – Nani marca, sem querer, é verdade, mas depois de fazer uma jogada sensacional. O português se livrou de dois marcadores, driblou Denílson e tentou cruzar, mas a bola tocou na mão de Almunia e entrou.

GOOOL!
36 – Fabregas chuta e Brown salva com Van der Sar batido. Na sequência, contra-ataque fulminante. A defesa roubou a bola de Gallas aos 36:09. Aos, 36:10, Park toca de primeira para Rooney. O atacante gira e aos 36: 14, toca para Nani perto do circulo central. O português dispara, espera Rooney se aproximar e, aos 36:21, rola por entre a zaga para a conclusão do inglês. O chute sai aos 36:22, colocado no canto de Almunia. De uma área a outra em doze segundos! Sensacional! Foi o 100º gol de Rooney na Premier League.

37 – Arshavin perde grande chance dentro da área.

40 – Rooney ganha de Song na raça, cruza e Nani, livre, conclui para fora.

46- Song entra trombando e chuta para fora.

SEGUNDO TEMPO:

49 – Rooney chita de fora da área, Almunia defende.

GOOOL!
51 – Denilson mata errado a bola na intermediária do Manchester aos 51:20. Em toques de primeira, de Carrick, para Rooney, para Carrick, para Park. Novamente doze segundos depois, o coreano faz o terceiro dos Red Devils.

53 – Fabregas chuta de fora da área e a bola passa perto.

56 –  Fabregas de novo da entrada da área. Van der Sar defende.

57 – Song chuta para fácil defesa de Van der Sar

59 – Arshavin cruza de bicicleta, Song mata no peito e chuta para fora. 

63 – Outro chute de Fabregas. Para longe.

74 – Contra-ataque puxado por Rooney. Ele vai sozinho, dribla Eboue e chuta para fora.

GOOOL!
79 – Vermaelen pega o rebote na entrada da área e marca com ajuda de um desvio.

83 – Almunia erra o chutão no pé de Nani, mas o português desperdiça.

85 – Vermaelen vai de novo para a área e consegue o cabeceio. Evra tira em cima da linha.

89 – Outro cruzamento, a bola sobra para Gallas, sozinho dentro da pequena área e o francês manda para fora.

93 – Chance tripla para o Manchester. Valencia decide cruzar em vez de chutar, Berbatov perde o gol, e Rooney pega o rebote mas manda para fora.

JOGO HISTÓRICO
Esse foi o primeiro evento esportivo transmitido em 3D no mundo, mas apenas alguns pubs selecionados de Londres, Manchester e algumas outras cidades do Reino Unido puderam usufruir da nova tecnologia (nova em jogos de futebol, claro). A transmissão fazia parte de um teste da  SkySports, que pretende lançar um canal exclusivo de eventos em 3D até o final do ano. Abaixo, um pub de Londres e as câmeras da Sky.

Britain 3D Soccer Broadcast

BRITAIN SOCCER PREMIER LEAGUE

 

Manchester City 2 x 0 Portsmouth
E no jogo entre o clube mais rico e o mais pobre da Premier League, deu a lógica. No entanto, surpreendentemente, o Portsmouth atuava melhor até Adebayor marcar seu primeiro gol depois do ataque que sua seleção sofreu às vésperas da Copa Africana de Nações. Logo em seguida, Kompany fez 2 x 0 e aí acabou.
 

Adeba não comemorou. E aquele uniforme do James. Que coisa! (foto AP)

Adeba não comemorou. E aquele uniforme do James. Que coisa! (foto AP)

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domingo, 1 de março de 2009 Sem categoria | 21:49

GOLEADA NOS PÊNALTIS E TÍTULO

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Muitos previam uma goleada do Manchester United sobre o Tottenham na final da Carling Cup, vulgo Copa da Liga por aqui. O que ninguém esperava era que a goleada, de 4 x 1,  viria na disputa de pênaltis. O jogo ficou no 0 x 0 até o final da prorrogação. Agora, o time de Alex Ferguson segue firme em busca da quíntupla coroa (já conquistou o Mundial e a Copa da Liga. A Premiership é quase deles. Ficam faltando FA Cup e Liga dos Campeões).

O título poderia ter vindo ainda no tempo normal se não fosse um pouco de falta de sorte de Cristiano Ronaldo. O português arrancou em diagonal da ponta direita, entrou na área e bateu de esquerda. A bola explodiu na trave esquerda de Gomes e a partida acabou logo em seguida. Seria o gol do título no último suspiro do jogo.


Por contusão, O’Hara ficou fora da final do ano passado em que o Tottenham ganhou (do Chelsea). Hoje, saiu do banco para bater o pênalti e… era melhor ter ficado em casa de novo (foto Reuters)

Nos pênaltis, os reservas O’Hara e Bentley desperdiçaram suas tentativas para os Spurs. A cobrança que deu o título ao Manchester foi do brasileiro Anderson. O grande herói do título foi o goleiro Ben Foster, eterno reserva do Manchester, mas que já chegou a jogar pela seleção inglesa. Foster fez pelo menos duas ótimas defesas durante o jogo e pegou o primeiro pênalti da série, batido por O’Hara.


Ben Foster substitui o poupado Van der Sar à altura (foto AFP)

Do lado do Tottenham, o goleiro Gomes, com exceção de uma saída ruim em cruzamento no segundo tempo, fez uma boa partida e pelo menos uma boa defesa. Mas nos pênaltis, os batedores do Manchester não deram muita chance ao brasileiro.

O Manchester foi a campo sem vários titulares. Rooney (oficialmente com uma virose, mas presente no estádio), Carrick, Fletcher, Berbatov, Van der Sar e Rafael (machucado) nem foram para o banco. Vidic e Giggs foram.

O problema maior do Tottenham para a partida foram os “cup-tieds” (jogadores que já participaram do torneio por outro time), ou seja, Robbie Keane (Liverpool), Wilson Palacios (Wigan), Carlo Cudicini (Chelsea) e Pascal Chimbonda (Sunderland). Frazier Campbell (emprestado pelo Manchester) também não podia jogar. E para piorar, Woodgate foi vetado no aquecimento por causa do tornozelo.


A partida também marcava o duelo entre os dois técnicos mais velhos da Premier League: Alex Ferguson (67) e Harry Redknapp (61). No restrospecto dos títulos do torneio, a vantagem era do time de Londres: 4 títulos (71, 73, 99 e 08) contra 2 (92 e 06) do Manchester. (foto AFP)

As escalações:
Manchester United (4-4-2) Foster; O’Shea (Vidic), Ferdinand, Evans, Evra; Ronaldo, Gibson (Giggs), Scholes, Nani; Welbeck (Anderson), Tevez.
Banco: Kuszczak, Park, Possebon, Eckersley.

Tottenham Hotspur (4-4-2) Gomes; Corluka, King, Dawson, Assou-Ekotto; Lennon (Bentley), Jenas (Bale), Zokora, Modric; Bent, Pavlyuchenko (O’Hara).
Banco: Alnwick, Huddlestone, Gunter, Taarabt

 

ANDERSON: GOL SÓ NOS PÊNALTIS

Acredite se quiser, mas o brasileiro, embora já tenha marcado convertido dois gols de pênaltis em títulos do Manchester United – o primeiro foi na final da Champions League do ano passado, ainda não conseguiu marcar gols com a bola rolando. E olha que Anderson já chegou há um tempinho, em julho de 2007. Tudo quanto é brasileiro já balançou a rede nesse período. Até Rafael da Silva do Manchester, que jogou poucas partidas, e Gilberto do Tottenham, já deixaram suas marcas. Quem sabe dessa vez a porteira se abre para Anderson. (foto AP)

 

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