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segunda-feira, 18 de julho de 2011 Brasileiros, Jogadores | 19:07

Fórmula de insucesso

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Caçapa: saudades no Lyon e nos adversários do Newcastle

Precisa de reforços? Vá buscá-los na Inglaterra. Alguns clubes brasileiros têm seguido esse caminho. O São Paulo acertou o empréstimo do volante Denílson, do Arsenal. O Corinthians tenta chegar a um acordo com o Manchester City pelo rebelde argentino Carlos Tevez. A imprensa gaúcha noticiou há pouco o interesse do Internacional por outro atacante do City, o brasileiro Jô.

Em 2008-09, na casa dos 21 anos, Denílson fez 51 jogos pelo Arsenal. Esse número desabou para uma média de 30 partidas nas últimas temporadas devido a problemas físicos, o crescimento de Jack Wilshere e uma evidente estagnação em seu desenvolvimento. Jô quase não joga no City. A exceção é Tevez, o melhor da Premier League 2010-11 para o blog.

Ainda que o argentino seja a única contratação plenamente segura (em campo, é claro), todos eles podem dar boas respostas no Brasil. O problema é que várias das capturas “inglesas” fracassaram por aqui. O blog recapitula os exemplos recentes, bons e ruins:

Belletti, do Chelsea para o Fluminense em 2010. Apesar do salário alto, era difícil prever a lamentável relação custo / benefício de Belletti no Flu. O último ano no Chelsea não foi dos piores, com o brasileiro participando, geralmente como alternativa a Ballack, de alguns jogos das campanhas vitoriosas na Premier League e na FA Cup. Foi mais importante em Bridge do que nas Laranjeiras.

Caçapa, do Newcastle para o Cruzeiro em 2009. As duas temporadas de Caçapa em St James’ Park foram fracas. Atabalhoado, não parecia o zagueiro seguro que capitaneou o Lyon por cinco anos. O relativo insucesso na Toca da Raposa não chegou a surpreender.

Deco, do Chelsea para o Fluminense em 2010. Talvez a grande decepção da lista. Deco não era um dos favoritos de Ancelotti, mas foi titular, por exemplo, no jogo decisivo para o título do Chelsea em 2009-10, a vitória por 2 a 1 sobre o Manchester United em Old Trafford. Ele até se lesionava bastante em Stamford Bridge, porém a tendência a problemas físicos ficou mais evidente no Fluminense.

Gilberto, do Tottenham para o Cruzeiro em 2009. Em Londres, Gilberto anunciou ao mundo (Dunga não pegou) que não era mais lateral-esquerdo. Foram 18 meses quase nulos em White Hart Lane, com o brasileiro perdendo a concorrência para Assou-Ekotto, Bale, Chimbonda… No Cruzeiro, rendeu bem mais como meia de ligação.

Umbabarauma, homem-gol

Ilan, do West Ham para o Inter em 2010. Ilan, acredite, marcou gols importantes na bem-sucedida luta dos Hammers contra o rebaixamento. O semestre na Inglaterra anunciava algo melhor do que uma passagem melancólica pelo Inter.

Robinho, do Manchester City para o Santos em 2010. Após um começo horroroso de temporada, Robinho chegou a ser a sexta opção de ataque no City (atrás de Tevez, Adebayor, Bellamy, Santa Cruz e Benjani). O empréstimo ao Santos foi bom para o contrariado atacante, que se revigorou e preparou o terreno para um ótimo ano de estreia no Milan.

Rodrigo Possebon, do Manchester United para o Santos em 2010. Havia grandes expectativas sobre o volante revelado pelo Internacional, mas uma entrada insana do nada saudoso Pogatetz, então no Middlesbrough, foi um golpe na carreira dele. A perna fraturada voltou ao normal. No entanto, Possebon falhou na tentativa de impressionar Ferguson e, ofuscado pelo ótimo Danilo, ainda não conseguiu emplacar na Vila Belmiro.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 Blackburn, Debates, Mercado, Temporada | 17:27

Quem quer ser um grande time?

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Neymar e Ganso estão entre os alvos do Blackburn. Mas o que os levaria ao Ewood Park? (Christopher) Samba?

O Venky’s, grupo indiano que comprou o Blackburn há três meses, é bom de negócio. Em 40 anos, a pequena empresa familiar se transformou no maior produtor asiático de aves. Os Rao muito conhecem de fármacos e processamento de carne de frango, mas isso não significa que já saibam como transformar os Rovers em uma potência.

Ontem, a imprensa inglesa repercutiu a obsessão do Venky’s pela contratação de um jogador brasileiro. Estariam na lista de desejos Kaká, Robinho, Neymar, Ganso, Luís Fabiano, Elano e Jucilei. Em janeiro, o Blackburn tentou, sem sucesso, capturar Ronaldinho. A discriminação dos alvos pela nacionalidade – e não pela posição em que jogam – é um sinal de que a visão de futebol dos indianos ainda é um tanto estereotipada e de que não há um projeto de time bem definido.

Quando o Venky’s chegou ao Ewood Park, a primeira atitude oficial foi a demissão de Sam Allardyce, talvez ainda mais estranha que a dispensa de Chris Hughton pelo Newcastle. Big Sam era bem aceito por jogadores, torcedores, colegas de profissão e, apesar do estilo “rude” de futebol, pela crítica. Allardyce tirou o clube do buraco em 2008-09, levou-o à primeira metade da tabela na temporada passada e, de certa forma, vinha mantendo o padrão nesta. Ninguém entendeu a saída dele.

E o substituto tinha status de interino! Felizmente para os indianos, Steve Kean melhorou seus decepcionantes resultados iniciais, o Blackburn segue longe da zona de rebaixamento, e o contrato do treinador foi renovado até 2013. O elenco, por sua vez, conserva alguns nomes interessantes. Paul Robinson, Samba, Givet, Pedersen, Kalinic e especialmente o muito promissor Phil Jones podem fazer parte dessa proposta de reconstrução.

Manter Phil Jones é uma das obrigações do Venky's

Reconstrução que não deveria ser baseada em um jogador de uma nacionalidade preestabelecida. A busca pelo reforço é tão desnorteada, que se especula a possibilidade de o clube correr atrás de um argentino “se não der certo com um brasileiro”. Essa postura lembra muito a primeira contratação do xeque Mansour no Manchester City: Robinho, nos últimos instantes da janela do verão de 2008. O investimento pesadíssimo em apenas um jogador se revelou um fracasso.

Por outro lado, a escolha do brasileiro, meio disfarçada pela impossibilidade de acertar com o Chelsea, até era compreensível. O City tinha ótimos pratas da casa (Richards, Michael Johnson, Ireland, Sturridge) e, após boa temporada com Sven-Goran Eriksson, já vinha de um processo de crescimento sob a administração do tailandês Thaksin Shinawatra. Com o Blackburn, ainda sem o poder de atrair grandes jogadores, o sonho não deve se realizar. Se quiser espalhar a marca, o Venky’s precisa, sem fantasias, montar um time forte primeiro.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Copas Europeias, Tottenham | 08:39

O dramático retorno a Milão

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Após o alívio da torcida pela permanência do clube em White Hart Lane, Harry Redknapp manifestou o mesmo sentimento em relação à vitória por 2 a 1 do Tottenham na casa do sempre perigoso Sunderland. “Tivemos sorte”, admitiu. Ainda que sem o transferido Bent e os lesionados Turner, Cattermole e Welbeck, os Black Cats dominaram o primeiro tempo e poderiam ter feito mais além do belo gol de Asamoah Gyan. A virada deixou os Spurs em boa situação na luta pela próxima Champions, mas não escondeu os problemas que eles têm de enfrentar ainda na atual edição da copa europeia.

Essa turma levou o Tottenham à Champions. Sem Bale, Huddlestone e (possivelmente) Modric, a missão no San Siro é mais espinhosa

É grande a preocupação para o primeiro jogo das oitavas-de-final contra o Milan, já amanhã, no San Siro. Ao poupar Palacios, Crouch e Lennon, Redknapp teve de cavar fundo em seu ótimo elenco para encontrar o time que enfrentaria o Sunderland. Isso porque as lesões também deixaram o grupo sem muita gente importante. O Tottenham, que não tem Huddlestone desde novembro, perdeu recentemente Modric, Bale e van der Vaart. Sem exagero, as quatro principais peças do time estão (ou estavam) fora de combate.

À época do sorteio, em meados de dezembro, o Milan era tratado como um adversário abordável, talvez com um Ibrahimovic de vantagem. O Tottenham teve boa experiência contra a Internazionale na primeira fase e, mesmo com o primeiro lugar na chave, receberia bem um grande desafio. No entanto, a crise de lesões, que deve ter fim imediato apenas para van der Vaart, faz os Spurs sentirem uma ponta de inveja do Chelsea, igualmente campeão de seu grupo, que vai enfrentar o Copenhague.

A boa fase do time de Massimiliano Allegri também não ajuda. Ainda que sem os inelegíveis Emanuelson, van Bommel e Cassano, o líder da Serie A é muito forte. Especialmente no setor ofensivo, com Ibrahimovic, Pato e o surpreendente trequartista Robinho em grande forma. Ademais, os desfalques do Tottenham transformaram um potencial pesadelo para os laterais milanistas em uma demanda por cautela para Redknapp.

Em sua versão mais criativa, Robinho deve obrigar Redknapp a retrair os volantes Sandro e Palacios

Quatro meses após a derrota para a Inter por 4 a 3, o Tottenham volta diferente a Milão. King, Kaboul, Huddlestone, Jenas (suspenso, ao contrário do que indicava a primeira versão do post) e, depois de muito suspense, Bale não viajaram. Recuperado da retirada do apêndice, Modric foi, mas não é presença certa em campo. Figuras outrora importantes também podem não começar o jogo. Hutton foi escanteado justamente após o empréstimo de Kyle Walker ao Aston Villa. Ainda sem marcar na Premier League, Defoe vive temporada fraca após os 18 gols em 2009-10. Assim como Kranjcar, que reapareceu com gols em dois jogos consecutivos, mas, com Pienaar no elenco, não é o favorito para substituir Bale.

Redknapp pode manter o habitual 4-4-1-1 mas, em respeito a um Milan muito forte pelo centro e com Modric provavelmente preservado, o Tottenham deve se retrair. A defesa sofreu 11 gols nos seis jogos da primeira fase e precisa melhorar esse registro. A suspensão de Jenas deve transformar Sandro em titular. A escalação mais óbvia é esta: Gomes; Corluka, Gallas, Dawson, Assou-Ekotto; Lennon, Palacios, Sandro (Modric), Pienaar; van der Vaart (Kranjcar); Crouch (Defoe).

Os problemas na hora errada transformaram os rossoneri em favoritos. No entanto, se van der Vaart, o artilheiro do Tottenham na temporada, realmente retornar, uma jogada óbvia e de algum sucesso em 2010-11 pode arruinar os planos milanistas de clean sheet no San Siro: lançamento para Crouch (com dores nas costas, ele também virou dúvida), que ajeita de cabeça para a finalização certeira de van der Vaart. Sem Bale para embasbacar o San Siro mais uma vez, pode não haver muito além disso e da dedicação defensiva para voltar a White Hart Lane com boas chances.

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 Sem categoria | 18:14

TEM UM GANSO NO MEIO DO CAMINHO

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Deu na SkySports:

Apesar do Santos já ter dado como 98% certa a volta de Robinho ao clube, o negócio pode melar por causa do garoto Ganso. Foram oferecidas as prioridades de compra dele e de Neymar ao Manchester City como parte da negociação, mas o garoto disse que não está interessado em jogar naquele clube inglês.

“Eu preferia jogar em um grande clube da Europa, como o Milan, Real Madrid ou Barcelona”, disse Ganso segundo o site.

Para o jogo que acontece nesse momento entre Manchester United x Manchester City, Robinho, compreensivelmente, não foi nem para o banco.

O duelo entre Tevez e Neville sofreu um desfalque. O inglês também não foi nem para o banco.

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domingo, 24 de janeiro de 2010 Sem categoria | 23:42

A LEI DO MÍNIMO ESFORÇO

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Robinho: de transferência mais cara a maior "flop" (fracasso) de todos os tempos (foto AFP)

Robinho: de transferência mais cara a maior "flop" (fracasso) de todos os tempos (foto AFP)

 

No futebol – assim como na vida em geral – tenho uma certa boa vontade em tentar encontrar justificativa para os absurdos. Mas o nosso Robson de Souza me deixou indignado. Robinho deu entrevista à Rádio Bandeirantes dando a entender que já conversou com a diretoria do City e que deverá ser emprestado para algum time – provavelmente o Santos. O técnico Mancini não confirma o acerto. O Barcelona, outrora interessado, já saltou fora.

O problema é que Robinho carrega o recorde de transação mais cara da história do futebol inglês. Seu salário de aproximadamente R$ 2 milhões por mês é o mais alto da Premier League. Ele ganha mais do que os ingleses Terry, Lampard, Gerrard e Rooney. Mais do que Carlitos Tevez. O mínimo que se espera de um jogador que recebe uma fortuna todo mês é que se dedique e lute para ser titular. Seja ano de Copa ou não. Pergunte ao Tevez se ele está preocupado em não jogar nesse semestre devido à concorrência? Só agora Robinho percebeu que o time está cheio de craques e que ele só vai jogar se estiver bem? Só agora, com a chegada de Mancini, é que ele percebeu que o problema não era o técnico (Hughes) e sim ele próprio? Lamentável!

O plano de Robinho é simples. Ele volta ao Santos. Disputa o Paulistinha, a Copa do Brasil (encara o temível Naviraiense-MS) e o início do Brasileiro. Só com moleza pela frente, ele consegue apoio popular para se manter no time de Dunga e vai para a África do Sul. Fácil, não? Aí  depois a gente perde a Copa porque não faz em gol em ninguém e vão colocar a culpa no cara que ficou arrumando a meia.

 

Os cinco maiores holerites* da Premier League:

Robinho (Man City): £686,000 (R$ 2 milhões).

John Terry (Chelsea): £647,000.

Frank Lampard (Chelsea): £643,000.

Steven Gerrard (Liverpool): £600,000.

Carlos Tevez (Man City): £600,000.

*Salários mensais

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domingo, 6 de dezembro de 2009 Sem categoria | 11:31

MAIS PERTO DO LÍDER

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A melhor participação de Robinho no jogo foi na comemoração do gol de Tevez (foto Getty Images)

A melhor participação de Robinho no jogo foi na comemoração do gol de Tevez (foto Getty Images)

Manchester City 2 x 1 Chelsea
O clássico dos bilionários árabe e russo foi jogão de gente grande, pra macho! Todo mundo bateu, todo mundo apanho, mas sempre na bola, ou quase sempre. E ninguém fica rolando no chão ou choramingando com o juiz (com exceção de Drogba – como é manhoso esse marfinense). Caiu, levanta e segue o jogo. Na partida de ontem quem bateu mais foi o Chelsea. O time levou seis cartões amarelos (número alto para os padrões ingleses) contra apenas um do City. A defesa azul inteira levou cartão, incluindo Belletti, que entrou no lugar de Ricardo Carvalho.

Mas então, falando agora da parte que inclui a bola, o City derrubou o líder do campeonato. Um empate seria o oitavo consecutivo do time de Manchester, mas a vitória veio graças a Shay Given, que defendeu um pênalti batido por Lampard a sete minutos do fim e ainda fez mais duas ou três excelentes defesas . Atrevo-me a dizer que – faz tempo que eu queria falar isso – o goleiro Shay Given é o melhor do mundo. Buffon, Julio Cesar, Casillas… todos de altíssimo nível, mas se eu tivesse que contratar um deles para o meu time (para a reserva, claro), contrataria o irlandês.

Melhor do mundo?! Thank you, Roger!

Melhor do mundo?! Thank you, Roger!

OS GOLS: Adebayor fez um contra e outro a favor. No gol contra, Given fez duas defesas e na segunda, a bola rebateu nas costas do togolês e entrou. No empate, reclamação do Chelsea já que a bola parece ter batido na mão de Richards, mas de forma totalmente involuntária. Pra mim, acertou o juiz. E no gol da vitória de Tevez, novamente achei que o juiz acertou. Ricardo Carvalho deu um chutão para a frente e, malandro, deixou o pé nas costas de Tevez. Falta e o mesmo colocou marcou contando com a bobeada de Cech.

ROBINHO: jogou praticamente os 90 minutos, novamente demonstrou muita vontade (saiu muito aplaudido pela torcida), mas fez muito pouco de produtivo. Não há nível de comparação entre o seu desempenho de hoje e a performance de Craig Bellamy no jogo do meio da semana contra o Arsenal. A única atenuante em favor do brasileiro seria a melhor qualidade da defesa do Chelsea em relação à dos Gunners. Mas ainda assim é pouco. Tanto Bellamy quanto Ireland ficaram de fora da partida por contusão.

West Ham 0 x 4 Manchester United
Passeio no parque. No Upton Park para ser mais preciso. Ajudado pela vitória dos arqui-rivais do Man City, o United diminuiu a distância para líder Chelsea para dois pontos. A vitória veio sem sustos, mas a situação da zaga do Manchester está deixando Alex Ferguson apavorado.  O técnico do Manchester teve que entrar com Gary Neville na zaga e Fletcher na lateral. Neville se machucou e Carrick teve que ir para a zaga (primeira vez na vida que ele joga de zagueiro). No final do jogo, Brown também se machucou e os Red Devils terminaram com dez em campo. Felizmente, a próxima partida (terça, contra o Wolfsburg, pela Champions) já tem o Manchester classificado, embora o empate seja necessário para assegurar a primeira colocação. Vale mencionar que Anderson jogou muito.

Arsenal 2 x 0 Stoke
Arsenal jogou pro gasto. Mesmo sem um monte de jogadores machucados (Van Persie, Bendtner, Walcott, Eduardo, Clichy, Diaby, Gibbs), os Gunners fizeram o suficiente para sair com os três pontos.

Blackburn R. 0 x 0 Liverpool
N´Gog acertou a trave, mas Kalinic perdeu um gol feito no final a partida. No final, empate justo. Sam Allardyce voltou a acompanhar seu time (das tribunas e no final do jogo, do banco) depois de operar o coração no dia 28/11. Nos Reds, a batata continua assando mais um pouco. Felizmente para Benitez, seu contrato foi renovado no começo desta temporada, caso contrário, já teria dançado.

Portsmouth 2 x 0 Burnley
Primeiros pontos de Avram Grant como técnico do Pompey. No 1º tempo, o islandês Hreidarsson, do Pompey, se jogou vergonhosamente na área e o juiz deu pênalti. O marfinense Dindane foi para a cobrança e a desperdiçou (assim como o rebote). Entretanto, ambos compensaram a lambança marcando na segunda etapa.

Aston Villa 3 x 0 Hull City
Vitória inspirada por Milner. Ele deu excelente assistência para Dunne no primeiro e fez um golaço por cobertura no segundo. Aliás, foi gol para entrar para a história. O goleiro do Hull saiu do gol, quase na lateral, e cabeceou a bola para fora. O reserva do Villa Steve Sidwell, fazendo as vezes de gandula, devolveu a bola para Agbonlahor que cobrou para Milner ajeitar e mandar por cobertura. Tudo muito rápido. Golaço! A nota triste do jogo ficou por conta da contusão de Jimmy Bullard – joelho novamente.

Milner chuta encobrindo o goleiro: assistência do reserva Sidwell (foto Getty Images)

Milner chuta encobrindo o goleiro: assistência do reserva Sidwell (foto Getty Images)

Bullard machucou de novo

Bullard machucou-se de novo

Wigan Athletic 2 x 3 Birmingham
Três gols em  onze minutos viraram o jogo para o Birmingham, que perdia por 1 x 0. Larsson marcou duas vezes de falta. A equipe de Alex McLeish continua sendo a mais surpreendente da Premier League numa improvável 8ª colocação.

Wolverhampton 2 x 1 Bolton
Os Wolves saíram na frente com gol impedido e conquistaram a primeira vitória em oito jogos. Importante, mas ainda insuficiente para livrá-los da zona de rebaixamento.

Everton 2 x 2 Tottenham
Que jogo! Os Spurs abriram 2 x 0 com Defoe e Dawson e tudo parecia definido. Mas aos 33’ e 41’ do 2º tempo, o time de Liverpool empatou com Saha (que havia entrado no lugar do apagado Jô) e Tim Cahill. Mas o herói do jogo foi Tim Howard. Palacios foi derrubado na área aos 47′ e o goleiro americano defendeu a cobrança de Defoe.

Fulham 1 x 0 Sunderland
Zamora marcou e mandou a torcida calar a boca – ela acha que os 10 gols que o atacante de 28 anos marcou nessas duas temporadas no clube é pouco.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009 Sem categoria | 21:24

CARLITOS DECIDE

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Tevez cabeceia para marcar o terceiro do City (foto Getty Images)

Man City 3 x 1 West Ham
Nesse último jogo da rodada, o City atropelou os Hammers. Carlitos marcou duas vezes contra o ex-clube. Comemorou quase que pedindo desculpas e foi aplaudido pela sua ex-torcida. O outro gol foi de Petrov, de falta.

Apesar da superioridade do City, o time de Londres teve um gol legítimo anulado quando o jogo estava 2 x 1. Carlton Cole marcou o gol do West Ham e foi um belo gol, de letra, com muito reflexo para desviar uma bola que veio em sua direção.

Robinho, machucado não jogou e não consigo ver lugar para ele nesse time. Petrov voltou bem demais, Bellamy está jogando muito, Adebayor, que volta na próxima partida, é o homem-gol e, no jogo de hoje, Mark Hughes ainda pode fazer a estreia de Roque Santa Cruz no campeonato.
Se Robinho quiser voltar ao time, vai ter que jogar em um nível muito próximo do seu máximo – algo em torno de 80% – e com regularidade. Caso contrário, vai para o banco.

teveza
Oops, sorry, guys…

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009 Sem categoria | 00:16

MENOS BRASUCAS NA PREMIER LEAGUE

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Fechou hoje a janela de transferências na Inglaterra. Talvez seja só por causa da crise, mas acho que o mau desempenho dos craques tupiniquins nos campos ingleses fez o número de brasileiros cair na Premier League em relação à temporada passada. Agora são 16, enquanto que em 2008/2009 eram 22.

Deco, Afonso Alves, Jô, Robinho foram contratados por muito dinheiro e não corresponderam às expectativas. Robinho, por exemplo, também se envolveu em confusão fora de campo. Elano brigou com o técnico, Deco brigou com a torcida… Essas coisas, de certo modo, queimaram um pouco o filme dos brasileiros por lá.

Os times com brasucas (ou naturalizados) na Premier League hoje são:

Arsenal
Denílson (V) e Eduardo (A)

Chelsea
Belletti (LD), Alex (Z) e Deco (M)

Everton
Jô (A)

Hull City
Geovanni (M)

Liverpool
Diego (G), Lucas (V/M) e Fábio Aurélio (LE)

Man City
Robinho (A) e Sylvinho (LE), o único que chegou

Man United
Rafael (LD), Fábio (LE) e Anderson (V/M)

Tottenham
Gomes (G)

Aston Villa, Birmingham, Blackburn, Bolton, Burnley, Fulham, Portsmouth, Stoke City, Sunderland, West Ham, Wigan e Wolves não têm brasileiros.

Os sete brasucas que deixaram a Premier League são:
– Elano (do Man City para o Galatsaray)
– Gláuber (do Man City, sem clube)
– Afonso Alves (do rebaixado Middlesbrough para o Al Saad, do Catar)
– Cláudio Caçapa (do rebaixado Newcastle para o Cruzeiro),
– Gilberto (do Tottenham para o Cruzeiro)
– Rodrigo Possebon (emprestado do Man United para o Braga, de Portugal)
– Mineiro (do Chelsea para o Schalke 04)

E já que A Bola na Bota fez uma seleção de brasucas na Série A italiana, vai aqui minha Seleção Brasileira da Premiership. Tive que improvisar o Belletti na zaga.

– Gomes,
– Rafael, Alex, Belletti e Fabio Aurélio
– Denilson e Lucas
– Deco e Robinho
– Eduardo e Jô
No banco: Diego, Anderson, Geovanni, Sylvinho e Fábio

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009 Sem categoria | 00:20

MANCHESTER CITY

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Cidade: Manchester
Fundação: 1880 (como St Mark’s)
Apelido: The Blues ou The Citizens
Estádio: City of Manchester Stadium
Sportcity, M11 3FF
Capacidade: 47.715
Tamanho do gramado:105 x 68 m

Estrelas: Stephen Ireland, Shaun Wright Philips, Robinho, Carlos Tevez, Adebayor, Gareth Barry

Fique de olho: o goleiro Shay Given

Brazucas: Robinho

Quem chegou: Emmanuel Adebayor (Arsenal) £25m, Carlos Tevez (Man Utd) £25m, Roque Santa Cruz (Blackburn) £18m, Kolo Toure (Arsenal) £14m, Gareth Barry (Villa) £12m, Stuart Taylor (Villa) grátis

Quem saiu: Elano (Galatasaray) £8m, Ched Evans (Sheff Utd) £3m, Gelson (St Etienne) £2m, Daniel Sturridge (Chelsea) em litígio, Valeri Bojinov (Parma) Felipe Caicedo (Sporting) Joe Hart (Birmingham) Jo (Everton) (todos por empréstimo)

Técnico: Mark Hughes (GAL)

Apostas pagam: 14-1

Temporada passada:
Premiership: 10º
FA Cup: 3ª fase
Carling Cup: 2ª fase
Uefa: quartas

Títulos:
Premiership: 2
FA Cup: 4
Copa da Liga: 2
Recopa: 1

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sábado, 25 de abril de 2009 Sem categoria | 00:14

TGFF NO JORNAL PLACAR

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O Jornal Placar está de volta. Depois do período de teste que aconteceu no final do ano passado, a Abril lançou definitivamente esse periódico esportivo gratuito nas ruas de São Paulo (se você não é de SP pode ler e baixar o PDF pelo site do jornal).

E assim como aconteceu no período de teste, uma vez por semana (agora às sextas-feiras), terei a incumbência de falar algo sobre o futebol da terra de seus inventores.

Abaixo, a primeira coluna, feita de sopetão. Alguma coisa a comentar, discordar, acrescentar?

Faltam cinco rodadas para o final do Campeonato Inglês. Até agora Robinho jogou 27 vezes pelo Manchester City e marcou 12 gols. Só um deles em 2009. Mais do que gols, o brasileiro tem colecionado uma infinidade de atuações pífias. Fora de campo, tem irritado técnico e dirigentes com seu comportamento insolente. Faz sua própria interpretação do que significa traje fino, não conversa com alguns companheiros e coloca sempre a culpa no seu inglês ruim.

Sua má forma técnica não parece ter motivos físicos. Robinho parece padecer de falta 
de perspectiva.
Desde que saiu do Brasil, sempre teve em mente o título de melhor do mundo. Disse isso quando chegou ao Real Madrid e repetiu quando foi contratado pelo City. Mas foi percebendo que naquele clube não chegaria a lugar nenhum.

O que Robinho não se deu conta é que foi contratado para servir de alicerce para um projeto maior. O City pode se tornar um novo Chelsea. Os mais de 100 milhões de reais gastos pelo dono do time, um sheik dos Emirados Árabes, não visavam só a compra de gols e dribles, mas também de uma fonte de inspiração. Robinho não precisa ser artilheiro, campeão e melhor do mundo. Tudo o que se espera dele é que mostre que está se esforçando. Em campo, Robinho precisa mostrar vontade. Fora, estudar inglês, conversar com seus companheiros, viajar usando gravata e sapato. Só isso. É muito?

> Southampton, -10
Por problemas administrativos, o Southampton, da 2ª divisão inglesa, irá perder 10 pontos. Isso se acabar o torneio fora da zona de rebaixamento. Rebaixado, vai começar a 3ª divisão com 10 pontos a menos.

> Nem Shearer salva
Alan Shearer, um dos maiores ídolos da seleção inglesa, foi chamado às pressas para estrear como técnico e salvar o Newcastle do rebaixamento. Três jogos se passaram e nada mudou.

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