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Posts com a Tag Ryan Giggs

segunda-feira, 30 de julho de 2012 Team GB | 13:30

Britânicos e futebol olímpico

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Especialmente para os britânicos, a experiência de receber o futebol olímpico é um capítulo à parte dos Jogos. A modalidade não está em sintonia com as outras, é sediada por seis cidades, e a seleção local, a Grã-Bretanha, simplesmente inexiste nas demais competições. Durante esse curioso torneio, os torcedores podem:

Discutir a identidade nacional. Tudo causa polêmica quando tratamos da relação entre ingleses e outros cidadãos britânicos (Andy Murray não nos deixa mentir). Desta vez é o comportamento dos galeses Ryan Giggs e Craig Bellamy, que não cantam o God Save the Queen antes dos jogos. No futebol, é realmente estranho assistir a ingleses e galeses competindo sob a mesma bandeira e enfileirados para o mesmo hino, mas vale lembrar que, após duas partidas (empate com Senegal e vitória sobre Emirados Árabes), Giggs e Bellamy são os melhores jogadores da Grã-Bretanha.

Reverenciar o ídolo. Crises nacionalistas à parte, Giggs é ídolo dos britânicos. Em qualquer estádio, toda demonstração de classe do capitão é aplaudida. O gol dele contra os Emirados Árabes, que o transformou no jogador mais velho (38 anos e 243 dias) a marcar em Jogos Olímpicos, foi muito comemorado. Ainda mais do que o embaixador David Beckham, que se internacionalizou quando deixou a Inglaterra, Giggs é um legítimo representante da Grã-Bretanha.

Transformar o estádio em sambódromo. O público que acompanha as partidas da Grã-Bretanha é alternativo demais, repleto de famílias e pessoas que não têm hábito de frequentar estádios. Diante de uma seleção formada apenas para competir em Londres-2012, os torcedores não sabem direito o que cantar para apoiá-la. Como bem definiu Paul Fletcher, na BBC, é “clima de carnaval”, sem tensão, sem criar um ambiente hostil para os adversários e com muita festa por receber os Jogos Olímpicos.

GB x Uruguai, na quarta-feira: mais vaias a Suárez

Vaiar desafetos. O público pode ser alternativo, mas não deixa de ser crítico em relação a certos comportamentos. Mesmo atuando em excelente nível, Neymar é vaiado por cair mais do que os ginastas brasileiros. Outro perseguido é Luis Suárez, punido pela FA na temporada passada por atitudes supostamente racistas contra Patrice Evra. Ontem, na derrota do Uruguai para o Senegal, os torcedores tinham tanta determinação em vaiá-lo, que o confundiram com Nicolás Lodeiro em vários momentos.

Admirar ou desmascarar estrelas. Sem dúvida, um ótimo entretenimento para quem acompanha o futebol olímpico. Assistindo ao Brasil, os torcedores do Chelsea descobrem que Oscar é tudo aquilo mesmo, enquanto os do Manchester United desconfiam de Lucas Moura, que atuou (mal) em apenas sete de 180 minutos possíveis nos Jogos. Aliás, se havia clubes ingleses interessados em PH Ganso, não há mais.

Apoiar o time feminino. Entre as mulheres, a Grã-Bretanha está garantida nas quartas de final e luta com o Brasil, amanhã, pelo primeiro lugar do grupo. Nas vitórias sobre Camarões e Nova Zelândia, a líder do time foi a volante Jill Scott, assunto da coluna durante a Copa do Mundo do ano passado.

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quinta-feira, 28 de junho de 2012 Team GB | 23:52

Para valer

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O técnico Stuart Pearce excluiu David Beckham dos Jogos Olímpicos. Sim, a palavra é exclusão, pois a convocação do astro do Los Angeles Galaxy para o time britânico era tratada como certa por conta de seu poder midiático e status de embaixador dos Jogos. De acordo com a BBC, Pearce selecionou Micah Richards, Ryan Giggs e Craig Bellamy entre os jogadores nascidos antes de 1989.

Pearce apagou essa chama

Você pode ser contrário ou favorável à ausência de Beckham, mas o consenso é de que ela simboliza a seriedade do trabalho. A seleção britânica, que será formada antes dos Jogos e desintegrada imediatamente depois, poderia ser um balcão de interesses, servir apenas para promover Londres-2012 ou homenagear figuras importantes. Não é nada disso. Pearce considerou convocar Beckham e viajou duas vezes a LA para assistir a partidas do Galaxy e tomar uma decisão.

Como a medalha olímpica tem prioridade sobre outras questões, Beckham e Giggs claramente disputavam entre si um lugar no grupo. Não fazia tanto sentido convocar ambos, pois o meio-campo é o setor mais abundante da geração sub-23 britânica, com Ramsey, Cleverley, Bale e companhia. Melhor para quem é mais versátil e atua numa liga bem mais competitiva: Giggs vai a seu primeiro grande torneio de seleções.

O único critério externo para a convocação – e outro ponto favorável a Giggs – é a necessidade de equilíbrio geográfico. Lidar com as federações de Escócia, Gales e Irlanda do Norte foi difícil demais para que os jogadores desses países sejam ignorados. Além de Bellamy e Giggs, podemos esperar os também galeses Bale, Ramsey e Allen, o escocês Rhodes e um norte-irlandês, que deve ser Cathcart.

Entre os ingleses, há nomes quase certos, como Walker, Smalling e Sturridge. Em tese, para não comprometer as férias, estão disponíveis apenas aqueles que não foram à Euro. A composição dos 18 convocados enfrenta esse e outros obstáculos, mas a Grã-Bretanha dá sinais de que será candidata ao ouro, mesmo com a preparação precária para os Jogos. A lista será revelada na próxima semana.

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quinta-feira, 21 de julho de 2011 Man Utd, Mercado | 00:00

Sem pressa

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Sneijder x Chelsea: vai virar rotina?

Há dez anos, o Manchester United contratou um jogador de que não precisava: Juan Sebastián Verón, por generosos £28 milhões à Lazio. Paul Scholes, que estava no auge, foi adiantado para abrir espaço ao argentino. Não deu certo. Verón fracassou e acabou vendido ao Chelsea por £15 milhões em 2003. Hoje, depois da aposentadoria de Scholes, o excesso virou escassez. Alex Ferguson ainda não tem um novo organizador de jogadas.

Seu alvo preferencial é Wesley Sneijder. A negociação, no entanto, não é simples. Luka Modric foi especulado, mas o forte interesse do Chelsea e a resistência do Tottenham são obstáculos. Samir Nasri chegou a ser visto como a alternativa ideal, só que o Arsenal parece disposto a assumir o risco de manter o jogador mesmo com o contrato perto do fim. Houve até quem falasse em Ganso, porém a falta de dinamismo do santista e a dificuldade em se adaptar a um papel mais defensivo afastam essa possibilidade.

A posição do playmaker é a maior – talvez a única, aliás – carência do elenco. Ainda assim, Ferguson prefere não arriscar. Ele não dá margem de erro a esse negócio, só admite contratar o jogador certo. Há pouco, negou dos Estados Unidos, onde o time faz pré-temporada, as indicações de que Wayne Rooney possa virar uma solução caseira (até faria sentido com mais um grande atacante no elenco).

Por ora, o substituto é mais velho do que Scholes: Ryan Giggs. O galês, por sinal, havia assumido a posição bem antes de o parceiro encerrar a carreira. Scholes foi o melhor da liga em agosto de 2010, mas perdeu o fôlego. Raramente foi titular absoluto nos últimos quatro anos. O reposicionamento de Giggs, que tem dado muito certo, cobre uma carência que, na verdade, existe há bastante tempo.

Ferguson pode contar também com Anderson e, até por isso, parece tranquilo. Afinal, a maior missão no mercado está cumprida: derrubar a média de idade do United. Embora os dois primeiros cheguem para posições abastadas, Ashley Young (26), Phil Jones (19) e David De Gea (20) são bons reforços. Tom Cleverley (21), Danny Welbeck (20) e Federico Macheda (19) voltam para compor o grupo.

Na contramão, Gary Neville (36) e Edwin van der Sar (40) se juntam a Scholes (36) no grupo dos ex-jogadores. Wes Brown (31) e John O’Shea (30) vão para o Sunderland. Calculista para promover as necessárias mudanças, Ferguson diz ter, com o Liverpool, quatro concorrentes após muito tempo. No fundo, ele sabe que está à frente de todos eles na disputa doméstica. Mas, para desafiar Barcelona e Real Madrid na Europa, pode mesmo precisar de um Sneijder.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Barça x United, Copas Europeias, Man Utd | 10:46

Rumo a Wembley: Fim da geração de ouro?

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Gary Neville quase não mudou...

A minissérie sobre a final da Champions pega carona no adeus de Gary Neville. Aposentado desde fevereiro, o histórico lateral foi o dono da festa de ontem em Old Trafford, onde o Manchester United recebeu a Juventus para reverenciá-lo. O ex-capitão defendeu o clube durante 19 anos e é o líder da chamada classe de 1992, que transformou o United numa máquina de levantar troféus.

Equivalentes aos Busby Babes da década de 1950, Gary, seu irmão Phil, Ryan Giggs, Paul Scholes, Nicky Butt e até David Beckham voltaram a defender o mesmo time por uma tarde. A geração foi se desmontando na década passada por motivos distintos. Com a possível aposentadoria de Scholes, o último remanescente deve ser o mais velho e genial deles: Giggs, de 37 anos.

Desde que eles subiram ao time principal, o clube conquistou incríveis 23 títulos entre ligas e copas nacionais, europeias e intercontinentais. Teria sido ainda mais interessante se Roy Keane estivesse no lugar de Butt ontem, mas o meio-campo que jogou os primeiros 35 minutos já fez os torcedores viajarem pelos anos 90. A reunião de Beckham, Butt, Scholes e Giggs é muito simbólica para o United.

Embora três dessa classe tenham deixado Old Trafford há um bom tempo, a imagem do clube continua vinculada à geração. Scholes ajudou a conservar a relação nesta temporada com um agosto impecável, que lhe rendeu o prêmio de Jogador do Mês na liga, mas depois caiu e voltou ao banco. Giggs se manteve bem, virou meia central de vez e, sobretudo na Champions, liderou o time.

Em 2011-12, entretanto, a tendência é que os minutos de Giggs sejam reduzidos. Mesmo jogadores com menos tempo de casa, fundamentais nos anos 2000, começam a ser substituídos. Van der Sar dará lugar a De Gea. Ferdinand tem lenha para queimar, mas já vê em Smalling seu substituto natural. A lateral-direita, que por vezes caiu no colo de O’Shea, passará aos pés dos gêmeos Fábio e Rafael.

...em compensação, Butt (entre Giggs e Beckham) é outra pessoa

Até pela presença de tanta gente que deu certo (Hernández, Valencia, Nani…), a reconstrução deve ser gradual. No entanto, Ferguson sabe do ponto crítico e já afastou o sentimentalismo para a hora de fazer escolhas duras, como as que determinaram as saídas de Butt para o Newcastle em 2004 e Phil Neville para o Everton no ano seguinte.

O manager precisa buscar novas referências. Não dá para arrastar mais a necessidade de contratar um organizador. Sneijder é nome forte. Em breve, Fergie pode ter de redimensionar o papel de Park, com 30 anos. Ashley Young, que também é alternativa a Nani, tem sido comentado. A classe de 92 até sobreviverá a sábado, mas é tempo de transição. A despedida de Neville, com todo esse pessoal reunido, diz mais do que parece.

Assim como em 1992, o United acaba de ganhar a FA Cup sub-18 com uma geração muito promissora. Bom sinal?

Ainda muito importantes
Não é porque se fala em reconstrução que essas figuras perderam importância. Envolvido em polêmica bastante comentada no blog durante a semana, Giggs, que deve ser titular contra o Barcelona, é blindado por Alex Ferguson. O técnico até vetou repórter por conta disso. Ele fez uma pergunta sobre o meia galês e não passou impune. Assista ao vídeo sugerido por Paulo Passos.

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terça-feira, 24 de maio de 2011 Curiosidades, Debates, Jogadores, Man Utd | 15:02

Perdedores

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O segredo, tal qual a sensação de liberdade, era falso

O blog já falou da transformação da vida pessoal dos jogadores em objeto de patrulhamento pelos tabloides ingleses. A coluna aborda agora a postura da imprensa após a divulgação do nome de Ryan Giggs como o do jogador que obteve um mandado para impedir a exploração de sua aventura extraconjugal. O levantamento foi feito pelo Guardian.

O Independent se referiu ao caso como o “segredo mais conhecido” da Grã-Bretanha (é, todo mundo já sabia). O editorial do Guardian fez uma reflexão: “Há uma semana, quem poderia prever que uma crise constitucional entre o Parlamento e os tribunais seria provocada por um jogador de futebol que traiu a esposa?”.

A postura racional dessas publicações contrasta com a dos extravagantes The Sun e Daily Mirror. O primeiro intitulou sua matéria com um objetivo “É Giggs”. O editor do tabloide considerou que a “liberdade venceu”. O Mirror, que qualificou a atitude do meia galês como um “ridículo gol contra”, ainda chamou a figura do Manchester United de “Bed Devil” (essa, pelo menos, foi bem engraçada).

O Daily Mail foi além e questionou se a “paciente esposa Stacey irá perdoá-lo”. O editor do jornal pediu uma lei de privacidade mais “adequada ao século XXI”. Vanessa Feltz, do Daily Express, afirmou que a ex-BB Imogen Thomas, com quem Giggs se envolveu, até parece “quase simpática” depois disso tudo.

A afirmação mais feliz foi a de Clive Anderson, colunista do Telegraph. “Ninguém sai bem desse tipo de mandado judicial”. A liberdade de expressão realmente venceu? E a individual? Existe um lado certo nessa história?

*Sugestão do Daniel Tozzi

*A série “Rumo a Wembley” já volta

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segunda-feira, 23 de maio de 2011 Debates, Jogadores | 21:48

Patrulhamento

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Condecorado com a Ordem do Império Britânico, Giggs já experimentou o lado bom da fama

O blog interrompe a minissérie sobre a final da Champions para falar brevemente de um assunto desagradável. Trata-se da repercussão do caso extraconjugal de Ryan Giggs. Não, a atitude do galês do Manchester United não será avaliada. O problema que nos interessa é o do patrulhamento pelos tabloides.

Hoje, Giggs foi mencionado pelo parlamentar John Hemming como o jogador misterioso que obteve um mandado judicial para proibir a divulgação pela imprensa do caso com a ex-BB Imogen Thomas. A jogada foi um fiasco porque, ainda que os jornais tivessem de se calar, a relação extraconjugal e o nome de Giggs vazaram no Twitter, o que gerou uma reação estabanada dele.

Hemming é um defensor incondicional da liberdade de expressão e contrário a esse tipo de mandado. Muito legal, mas até que ponto acontecimentos meramente pessoais justificam esse patrulhamento? O debate é antigo, e a proporção de “notícias” envolvendo a intimidade dos atletas só cresce: Terry, Crouch, Ashley Cole, Essien… É um caso atrás do outro na Inglaterra.

A condução desastrada do processo por Giggs revela o tamanho do medo dos jogadores na Inglaterra quando saem da linha na vida pessoal. Tudo é notícia. O timing foi o pior possível: a confusão atinge o auge na semana da decisão da Champions. O galês de 37 anos parecia inabalável, de forma que sua intimidade não costumava ser assunto recorrente. Agora ele erra em casa e, ao fim de uma temporada brilhante, pode pagar em campo. Está certo?

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terça-feira, 12 de abril de 2011 Copas Europeias, Jogadores, Man Utd | 19:42

O Benjamin Button do futebol*

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Profissional há duas décadas, esse exterminador de recordes virou o melhor meia central do United

Em 29 de novembro de 1987, Alex Ferguson deu seus passos mais importantes. Acompanhado pelo olheiro Joe Brown, o manager foi à casa do garoto Ryan Wilson, que completava 14 anos exatamente naquele dia. Ryan frequentava a escola de base do Manchester City, mas Ferguson conseguiu persuadi-lo. O adolescente galês se juntou ao United com o compromisso de que se tornaria profissional em três anos, quando já teria adotado o sobrenome de solteira da mãe: Giggs.

Uma geração depois, a visita ainda faz efeito. Ele deu todas as assistências para os três gols que eliminaram o Chelsea da Champions League. A definição do jornalista Ben Smith*, do britânico The Times, é muito pertinente. À medida que Benjamin Button rejuvenesce, Giggs se reinventa, ajuda Ferguson onde ele precisa e, aos 37 anos, solidifica seu lugar entre os grandes do futebol europeu em todos os tempos.

Nascido winger, Giggs não dispara pela esquerda como nos anos 90. Hoje, ele é fundamental de outro jeito. Se há um setor em que o Manchester United leva desvantagem em relação a clubes equivalentes na Inglaterra, este é a meia central. Embora tenha se recuperado no confronto contra o Chelsea, Carrick faz temporada fraca. Gibson não se revelou uma opção confiável. Scholes teve um agosto sublime, mas caiu demais. Fletcher e Anderson sofrem com lesões. Por ora, o playmaker que Ferguson vê em Sneijder é Giggs.

Como meia central, Giggs assume novos compromissos defensivos, mas se movimenta muito com a bola. Prova disso é que as três assistências partiram, nesta ordem, da esquerda, da direita e do centro. O galês tem sido fantástico em horas cruciais, encontrando espaços e tacando a bola como num jogo de sinuca. No épico dérbi de setembro de 2009, ele criou o gol para Owen. Mentalmente forte e ainda decisivo, Giggs desfruta seus 37 anos como nenhum outro jogador de linha no mundo.

Na semana passada, o personagem foi Wayne Rooney

Em breve, o Chelsea será assunto no blog

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009 Sem categoria | 14:15

MANCHESTER UNITED

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Cidade: Manchester
Fundação: 1878 (como Newton Heath L&YR F.C.)
Apelido: The Red Devils
Estádio: Old Trafford
Sir Matt Busby Way, Old Trafford, M16 0RA
Capacidade: 76.180
Tamanho do gramado: 105 x 68 m

Estrelas: Wayne Rooney, Ryan Giggs, Rio Ferdinand, Berbatov, Michael Owen

Fique de olho: Valencia



Brazucas: Anderson, Rafael da Silva e Fabio da Silva

Quem chegou: Antonio Valencia (Wigan) £16m, Gabriel Obertan (Bordeaux) £3m, Michael Owen (Newcastle) grátis

Quem saiu: Cristiano Ronaldo (R Madrid) £80m, Carlos Tevez (Man City) £25m, Fraizer Campbell (Sunderland) £3.5m, Possebon (Braga) empréstimo



Técnico: Alex Ferguson (ESC)

Apostas pagam: 9-4 (2,25-1)

Temporada passada:
Premiership: campeão
FA Cup: semi
Carling Cup: campeão
Liga dos Campeões: vice

Títulos:
Premiership: 18
FA Cup: 11
Copa da Liga: 3
Liga dos Campeões: 3
Recopa: 1

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